Ingrid Nunes
EQUIPE
28/09/2026 • 11:02
Vamos falar um pouco sobre a vacina antirrábica e os esquemas de vacinação usados na profilaxia pré e pós-exposição à raiva humana. A atualização de 2022 no protocolo trouxe algumas mudanças importantes, principalmente nos detalhes de doses, volumes e locais de aplicação, que são essenciais para a eficácia da vacina e para evitar erros na prática clínica.
Para começar, na vacinação pré-exposição, o esquema clássico via intradérmica geralmente é de 3 doses nos dias 0, 7 e 21 ou 28, então uma dose apenas nos dias 0 e 5 não está de acordo com o protocolo atual, o que elimina a alternativa a.
Sobre a via intramuscular na pré-exposição, o volume pode ser de 0,5ml, que é o mais comum para adultos, e deve ser aplicado na face anterolateral da coxa ou no deltóide, e não no glúteo, pois esse local apresenta menor absorção da vacina, eliminando a alternativa b.
Quanto à pós-exposição via intradérmica, o esquema mais utilizado atualmente pela Nota Técnica nº 8/2022 é de 2 doses nos dias 0 e 3, ou 4 doses em alguns casos específicos, mas os dias mencionados na alternativa c (0, 5, 8 e 15) não correspondem ao protocolo correto recomendado, então essa alternativa está incorreta.
Sobre a dose intradérmica na pré-exposição, o volume padrão é 0,1 ml por depósito, geralmente em dois sítios distintos, totalizando 0,2 ml, o que condiz com a alternativa d; isso está alinhado com as recomendações para garantir boa imunogenicidade e absorção da vacina.
Por fim, a alternativa e afirma que, se a via intradérmica for feita errada (via subcutânea ou intramuscular), não é necessário repetir a dose. No protocolo atualizado, recomenda-se que a dose seja repetida se a aplicação intradérmica não foi corretamente feita, para garantir a resposta imunológica adequada, tornando essa alternativa incorreta.
Portanto, a alternativa que está correta e alinhada com o protocolo atualizado é a d.
Para começar, na vacinação pré-exposição, o esquema clássico via intradérmica geralmente é de 3 doses nos dias 0, 7 e 21 ou 28, então uma dose apenas nos dias 0 e 5 não está de acordo com o protocolo atual, o que elimina a alternativa a.
Sobre a via intramuscular na pré-exposição, o volume pode ser de 0,5ml, que é o mais comum para adultos, e deve ser aplicado na face anterolateral da coxa ou no deltóide, e não no glúteo, pois esse local apresenta menor absorção da vacina, eliminando a alternativa b.
Quanto à pós-exposição via intradérmica, o esquema mais utilizado atualmente pela Nota Técnica nº 8/2022 é de 2 doses nos dias 0 e 3, ou 4 doses em alguns casos específicos, mas os dias mencionados na alternativa c (0, 5, 8 e 15) não correspondem ao protocolo correto recomendado, então essa alternativa está incorreta.
Sobre a dose intradérmica na pré-exposição, o volume padrão é 0,1 ml por depósito, geralmente em dois sítios distintos, totalizando 0,2 ml, o que condiz com a alternativa d; isso está alinhado com as recomendações para garantir boa imunogenicidade e absorção da vacina.
Por fim, a alternativa e afirma que, se a via intradérmica for feita errada (via subcutânea ou intramuscular), não é necessário repetir a dose. No protocolo atualizado, recomenda-se que a dose seja repetida se a aplicação intradérmica não foi corretamente feita, para garantir a resposta imunológica adequada, tornando essa alternativa incorreta.
Portanto, a alternativa que está correta e alinhada com o protocolo atualizado é a d.