Camila Duarte
EQUIPE
28/09/2026 • 11:02
Vamos falar um pouco sobre pressão arterial, que é medida por dois valores: a pressão sistólica, que é a força com que o sangue é bombeado pelo coração para as artérias, e a pressão diastólica, que é a pressão residual nas artérias quando o coração está em repouso entre os batimentos. Normalmente, essa diferença entre a pressão sistólica e a diastólica, chamada de pressão de pulso, fica em torno de 30 a 40 mmHg.
No caso do choque na dengue, ocorre o fenômeno chamado 'pressão arterial convergente'. Isso significa que a diferença entre a pressão sistólica e a diastólica diminui, ou seja, elas ficam mais próximas, um sinal de que o choque está se desenvolvendo, mesmo antes de a pressão sistólica cair de forma severa abaixo de 90 mmHg.
Segundo as diretrizes do Ministério da Saúde de 2013, essa diferença que caracteriza a pressão arterial convergente deve ser menor ou igual a 20 mmHg. Isso reflete o pinçamento da pressão arterial e o início do choque na dengue, sendo um sinal importante para o diagnóstico e manejo precoce da doença.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.
No caso do choque na dengue, ocorre o fenômeno chamado 'pressão arterial convergente'. Isso significa que a diferença entre a pressão sistólica e a diastólica diminui, ou seja, elas ficam mais próximas, um sinal de que o choque está se desenvolvendo, mesmo antes de a pressão sistólica cair de forma severa abaixo de 90 mmHg.
Segundo as diretrizes do Ministério da Saúde de 2013, essa diferença que caracteriza a pressão arterial convergente deve ser menor ou igual a 20 mmHg. Isso reflete o pinçamento da pressão arterial e o início do choque na dengue, sendo um sinal importante para o diagnóstico e manejo precoce da doença.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.