Matheus Fernandes
EQUIPE
28/09/2026 • 06:02
Vamos falar sobre a aferição da pressão arterial, que é uma técnica fundamental para garantir uma leitura precisa e segura dos níveis pressóricos. Saber medir corretamente evita erros que podem interferir no diagnóstico e no tratamento.
A questão traz quatro afirmativas sobre a técnica correta para aferir a pressão arterial e pede para identificar a incorreta. Vamos analisar uma por uma:
a) Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar o desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa. Essa prática é correta porque garante que não restou pressão alguma na artéria, evitando leituras erradas.
b) Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital. Essa indicação está correta; o manguito deve estar firme para transmitir bem a pressão, e a posição acima da fossa cubital é padrão para aferição no braço.
c) Insuflar o manguito até 200 mmHg e proceder a deflação lentamente até auscultar os sons de Korotkoff. Aqui temos um problema. A pressão inflada deve ser superior à pressão arterial sistólica estimada. Inflar sempre até 200 mmHg pode ser exagerado e desconfortável para muitos pacientes e não é necessário se a PAS estimada é mais baixa. O ideal é estimar antes pela palpação, como mencionado na alternativa d).
d) Estimar a PAS pela palpação do pulso radial e inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg acima desse nível. Essa é a técnica recomendada para evitar insuflação excessiva e desconforto, além de facilitar a medição correta.
Assim, a alternativa incorreta é a c), porque inflar o manguito sempre até 200 mmHg sem estimar a pressão pregressa não é procedimento adequado.
A questão traz quatro afirmativas sobre a técnica correta para aferir a pressão arterial e pede para identificar a incorreta. Vamos analisar uma por uma:
a) Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar o desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa. Essa prática é correta porque garante que não restou pressão alguma na artéria, evitando leituras erradas.
b) Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital. Essa indicação está correta; o manguito deve estar firme para transmitir bem a pressão, e a posição acima da fossa cubital é padrão para aferição no braço.
c) Insuflar o manguito até 200 mmHg e proceder a deflação lentamente até auscultar os sons de Korotkoff. Aqui temos um problema. A pressão inflada deve ser superior à pressão arterial sistólica estimada. Inflar sempre até 200 mmHg pode ser exagerado e desconfortável para muitos pacientes e não é necessário se a PAS estimada é mais baixa. O ideal é estimar antes pela palpação, como mencionado na alternativa d).
d) Estimar a PAS pela palpação do pulso radial e inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg acima desse nível. Essa é a técnica recomendada para evitar insuflação excessiva e desconforto, além de facilitar a medição correta.
Assim, a alternativa incorreta é a c), porque inflar o manguito sempre até 200 mmHg sem estimar a pressão pregressa não é procedimento adequado.