David Castilho
EQUIPE
28/09/2026 • 02:01
Neste caso, estamos diante de um paciente politraumatizado grave, com Glasgow 8 (que indica comprometimento neurológico severo e necessidade de proteger a via aérea), estridor inspiratório (sinal de obstrução das vias aéreas superiores), saturação baixa (85%), frequência respiratória aumentada (30 irpm), hipotensão (PA 80x50 mmHg) e abdome distendido, sugerindo possível hemorragia interna. O atendimento ao politraumatizado segue o protocolo ABCDE, em que A (vias aéreas com proteção da coluna cervical) é a prioridade para garantir oxigenação e ventilação adequadas.
A hipotensão pode sugerir choque hemorrágico, porém, a via aérea deve ser estabilizada primeiro para evitar hipóxia e maior dano cerebral. A intubação orotraqueal com proteção da coluna cervical é indicada para pacientes com Glasgow menor que 9, além de melhorar a saturação e permitir acompanhamento ventilatório. O controle da hemorragia interna e reposição volêmica são importantes, mas vêm após garantir a via aérea. A laparotomia exploradora se faz quando o paciente estiver estabilizado e compressão de sangramento externo não detectada não exclui a necessidade de vias aéreas protegidas. Assim, a alternativa correta é a que prioriza a intubação com proteção cervical, mesmo sem sangramento externo visível, pois manter a via aérea pérvia é fundamental no trauma grave.
A hipotensão pode sugerir choque hemorrágico, porém, a via aérea deve ser estabilizada primeiro para evitar hipóxia e maior dano cerebral. A intubação orotraqueal com proteção da coluna cervical é indicada para pacientes com Glasgow menor que 9, além de melhorar a saturação e permitir acompanhamento ventilatório. O controle da hemorragia interna e reposição volêmica são importantes, mas vêm após garantir a via aérea. A laparotomia exploradora se faz quando o paciente estiver estabilizado e compressão de sangramento externo não detectada não exclui a necessidade de vias aéreas protegidas. Assim, a alternativa correta é a que prioriza a intubação com proteção cervical, mesmo sem sangramento externo visível, pois manter a via aérea pérvia é fundamental no trauma grave.