Camila Duarte
EQUIPE
27/09/2026 • 23:01
A comunicação na área da saúde é fundamental para garantir a segurança e a qualidade da assistência prestada ao paciente. Para isso, é importante que as informações sejam registradas corretamente, que o paciente tenha acesso a elas e que o processo de comunicação envolva uma troca efetiva entre todos os envolvidos.
Analisando as alternativas, a letra a sugere que o prontuário deve sempre permanecer na unidade inicial, o que é incorreto, pois o prontuário acompanha o paciente para onde ele for durante o atendimento. A alternativa b menciona o uso de siglas e abreviaturas sem restrições, o que é perigoso, já que o uso indiscriminado pode levar a erros de interpretação. A alternativa c afirma que as informações dadas pelo paciente e acompanhante podem conter erros e precisam ser checadas antes do registro, o que é uma prática adequada para garantir a precisão dos dados. A alternativa d defende o direito do paciente ou seu representante de conhecer as informações do prontuário, o que é correto e previsto na legislação de direitos do paciente. Por fim, a alternativa e sugere uma comunicação de via única na orientação de alta, mas a comunicação deve ser sempre bidirecional para garantir que o paciente compreenda corretamente as informações.
Portanto, as estratégias recomendadas para tornar a comunicação efetiva são aquelas que envolvem a verificação das informações fornecidas (alternativa c) e o direito do paciente de acessar seu prontuário (alternativa d). Como a questão pede uma estratégia recomendada (no singular) e o gabarito tradicional costuma apontar a alternativa d como resposta principal por garantir um direito fundamental, o gabarito correto é a letra d.
Analisando as alternativas, a letra a sugere que o prontuário deve sempre permanecer na unidade inicial, o que é incorreto, pois o prontuário acompanha o paciente para onde ele for durante o atendimento. A alternativa b menciona o uso de siglas e abreviaturas sem restrições, o que é perigoso, já que o uso indiscriminado pode levar a erros de interpretação. A alternativa c afirma que as informações dadas pelo paciente e acompanhante podem conter erros e precisam ser checadas antes do registro, o que é uma prática adequada para garantir a precisão dos dados. A alternativa d defende o direito do paciente ou seu representante de conhecer as informações do prontuário, o que é correto e previsto na legislação de direitos do paciente. Por fim, a alternativa e sugere uma comunicação de via única na orientação de alta, mas a comunicação deve ser sempre bidirecional para garantir que o paciente compreenda corretamente as informações.
Portanto, as estratégias recomendadas para tornar a comunicação efetiva são aquelas que envolvem a verificação das informações fornecidas (alternativa c) e o direito do paciente de acessar seu prontuário (alternativa d). Como a questão pede uma estratégia recomendada (no singular) e o gabarito tradicional costuma apontar a alternativa d como resposta principal por garantir um direito fundamental, o gabarito correto é a letra d.