David Castilho
EQUIPE
27/09/2026 • 22:01
Vamos entender primeiro o que são medicamentos de alta vigilância. Esses medicamentos têm um risco maior de causar danos graves aos pacientes se usados de forma incorreta, seja por erro na dose, administração ou monitoramento inadequado. São medicamentos que requerem cuidado especial na sua manipulação e administração.
A insulina é um exemplo clássico desse tipo de medicamento. Ela é usada para controlar a glicemia em pacientes diabéticos, mas uma dosagem errada pode levar a hipoglicemia severa, que é uma condição potencialmente fatal. Por isso, ela exige atenção rigorosa, tanto na dosagem quanto na administração.
Já o cloreto de sódio a 0,9% é uma solução salina comum utilizada para hidratação e não apresenta alto risco relacionado a doses erradas, a loratadina é um anti-histamínico geralmente seguro, o ibuprofeno é um anti-inflamatório que, apesar de poder causar efeitos adversos, não tem o mesmo nível de risco crítico que a insulina. A dipirona é um analgésico e antipirético usado amplamente, mas também não entra na categoria de medicamentos de alta vigilância.
Portanto, o medicamento de alta vigilância entre as opções dadas é a insulina.
A insulina é um exemplo clássico desse tipo de medicamento. Ela é usada para controlar a glicemia em pacientes diabéticos, mas uma dosagem errada pode levar a hipoglicemia severa, que é uma condição potencialmente fatal. Por isso, ela exige atenção rigorosa, tanto na dosagem quanto na administração.
Já o cloreto de sódio a 0,9% é uma solução salina comum utilizada para hidratação e não apresenta alto risco relacionado a doses erradas, a loratadina é um anti-histamínico geralmente seguro, o ibuprofeno é um anti-inflamatório que, apesar de poder causar efeitos adversos, não tem o mesmo nível de risco crítico que a insulina. A dipirona é um analgésico e antipirético usado amplamente, mas também não entra na categoria de medicamentos de alta vigilância.
Portanto, o medicamento de alta vigilância entre as opções dadas é a insulina.