Equipe Gabarite
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27/09/2026 • 22:01
Vamos falar um pouco sobre o estado de hidratação em crianças, que é um tema bastante comum e importante em pediatria. Quando uma criança apresenta sinais como irritabilidade, olhos fundos, sede intensa, prega cutânea de retorno lento e pulso cheio, estamos falando de desidratação moderada. É fundamental classificar corretamente para tratar da forma adequada, evitando evolução para desidratação grave.
Os sinais citados indicam que a criança está desidratada, mas ainda consegue beber, o que caracteriza uma desidratação de grau moderado. Nessas situações, o tratamento inicial recomendado é a reidratação oral, pois é mais segura e eficiente para a maioria dos casos, além de evitar complicações relacionadas à via venosa. A quantidade indicada geralmente é de 50 a 100 mL/kg em 4 a 6 horas, mantendo o aleitamento e reavaliando o quadro ao final do período.
Analisando as alternativas, a opção A apresenta exatamente esse procedimento: reidratação oral com volume e duração adequados, manutenção do aleitamento e reavaliação. As outras alternativas sugerem expansão venosa (mais para desidratação grave), líquidos habituais apenas no domicílio (pouco seguro para casos moderados) ou volume fixo pela idade com pausa da alimentação (muitas vezes desnecessário e prejudicial).
Portanto, a conduta correta para esse caso é a reidratação oral conforme o volume, mantendo a alimentação habitual e reavaliando o estado da criança ao final do tratamento inicial.
Os sinais citados indicam que a criança está desidratada, mas ainda consegue beber, o que caracteriza uma desidratação de grau moderado. Nessas situações, o tratamento inicial recomendado é a reidratação oral, pois é mais segura e eficiente para a maioria dos casos, além de evitar complicações relacionadas à via venosa. A quantidade indicada geralmente é de 50 a 100 mL/kg em 4 a 6 horas, mantendo o aleitamento e reavaliando o quadro ao final do período.
Analisando as alternativas, a opção A apresenta exatamente esse procedimento: reidratação oral com volume e duração adequados, manutenção do aleitamento e reavaliação. As outras alternativas sugerem expansão venosa (mais para desidratação grave), líquidos habituais apenas no domicílio (pouco seguro para casos moderados) ou volume fixo pela idade com pausa da alimentação (muitas vezes desnecessário e prejudicial).
Portanto, a conduta correta para esse caso é a reidratação oral conforme o volume, mantendo a alimentação habitual e reavaliando o estado da criança ao final do tratamento inicial.