Na consulta de pré-natal, uma gestante com 31 semanas apresenta pressão arter...

Na consulta de pré-natal, uma gestante com 31 semanas apresenta pressão arterial de 160/110 mmHg, confirmada em nova aferição, associada a cefaleia persistente, escotomas e dor epigástrica. Diante ...


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Na consulta de pré-natal, uma gestante com 31 semanas apresenta pressão arterial de 160/110 mmHg, confirmada em nova aferição, associada a cefaleia persistente, escotomas e dor epigástrica. Diante desses achados, qual conduta imediata deve ser adotada pelo enfermeiro?
Analisando...
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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    27/09/2026 • 22:01
    Essa questão aborda o manejo de uma gestante com sinais claros de gravidade relacionados à hipertensão gestacional, possivelmente uma situação de pré-eclâmpsia grave. A gestante apresenta pressão arterial elevada (160/110 mmHg) em duas aferições, acompanhada de sintomas como cefaleia persistente, escotomas (alterações visuais) e dor epigástrica, que são sinais clássicos de alerta para complicações hipertensivas na gravidez, especialmente pré-eclâmpsia grave, que requer atendimento imediato.

    No pré-natal, o reconhecimento rápido desses sinais é fundamental para prevenir complicações maternas e fetais graves, como convulsões (eclâmpsia), hemorragias, insuficiência renal, entre outras. O enfermeiro, ao identificar essa situação, deve agir prontamente encaminhando a paciente para atendimento hospitalar urgente.

    Analisando as alternativas:
    - A alternativa (a) propõe apenas repouso e encaminhamento ao pré-natal de alto risco, o que é insuficiente frente à gravidade da situação.
    - A alternativa (b) recomenda reconhecer os sinais de gravidade e acionar o fluxo de urgência para atendimento hospitalar, mantendo o vínculo com a atenção primária, o que está adequado às condutas esperadas.
    - A alternativa (c) sugere solicitar exames laboratoriais e aguardar resultados para depois encaminhar ao hospital, o que pode atrasar o atendimento imediato necessário.
    - A alternativa (d) fala em acionar ambulatório de alto risco e organização de transporte após confirmação formal da vaga, o que também configura atraso no atendimento urgente.

    Portanto, a conduta correta é reconhecer os sinais de gravidade e encaminhar imediatamente a gestante para assistência hospitalar de urgência, garantindo o cuidado rápido e adequado.

    Gabarito: b
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