No acompanhamento de uma pessoa com diabetes tipo 2, o enfermeiro identifica ...

No acompanhamento de uma pessoa com diabetes tipo 2, o enfermeiro identifica pele íntegra, calosidade plantar, pulsos pedioso e tibial posterior palpáveis, ausência de percepção ao monofilamento de...


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No acompanhamento de uma pessoa com diabetes tipo 2, o enfermeiro identifica pele íntegra, calosidade plantar, pulsos pedioso e tibial posterior palpáveis, ausência de percepção ao monofilamento de 10 g em pontos padronizados fora da calosidade e sensibilidade vibratória reduzida ao diapasão de 128 Hz. Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Diabete Melito Tipo 2, atualizado em 2026, assinale a alternativa correta.
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    27/09/2026 • 21:01
    Essa questão aborda o acompanhamento de pacientes com diabetes tipo 2 e a avaliação do risco de complicações nos pés, que é um tema muito presente nas diretrizes clínicas para evitar úlceras, infecções e amputações. Para isso, é fundamental que o enfermeiro avalie tanto a perfusão sanguínea (pela palpação dos pulsos) quanto a sensibilidade dos pés (usando monofilamento e diapasão).

    No caso descrito, temos pulsos palpáveis, o que é um bom sinal de circulação, mas há perda da sensibilidade ao monofilamento de 10 g e sensibilidade vibratória reduzida, indicando alteração neurológica significativa, ou seja, perda da sensibilidade protetora dos pés. Essa condição aumenta o risco de lesões e requer orientação e acompanhamento mais cuidadoso.

    As diretrizes recomendam que, diante de perda da sensibilidade protetora, o profissional de saúde deve ampliar a avaliação, estratificar o risco do paciente e orientar intensamente sobre o autocuidado para prevenir complicações. A presença de calosidade é um sinal de pressão aumentada, mas ela não é o único critério para definir o acompanhamento, e a pulsação não exclui a possibilidade de neuropatia.

    Portanto, a alternativa d) está correta ao mencionar que os achados indicam perda da sensibilidade protetora e que cabe ao enfermeiro completar a avaliação, estratificar o risco, orientar o autocuidado e definir o seguimento adequado para prevenir complicações nos pés do paciente diabético.
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