David Castilho
EQUIPE
27/09/2026 • 21:01
Essa questão aborda a identificação e o manejo inicial de uma lesão por pressão, popularmente conhecida como escara, especialmente em uma pessoa acamada. Primeiro, é importante entender os estágios das lesões por pressão: elas variam desde a pele intacta com alteração da coloração (estágio 1), até lesões mais profundas que atingem músculos e ossos (estágio 4). Na descrição, a lesão é seca, aderida, íntegra, sem sinais inflamatórios ou drenagem, e com perfusão periférica reduzida, o que indica que a profundidade é desconhecida porque a escara cobre a área afetada.
Segundo os protocolos internacionais, uma escara seca, estável e intacta, deve ser protegida, não removida, pois retirá-la pode agravar a lesão. Isso encaixa o caso na classificação de lesão por pressão não classificável, pois a profundidade está encoberta pela escara. A conduta recomendada envolve aliviar a pressão no local, proteger a escara estável e monitorar cuidadosamente para sinais de complicação (como infecção ou aumento da lesão).
Opção a) sugere desbridamento e cobertura úmida, conduta contraindicada para escaras estáveis e secas, pois pode abrir feridas que ainda estão protegidas pela escara, aumentando o risco de infecção.
Opção c) fala de tissular profunda e massagem na pele adjacente, mas massagem nesse contexto pode piorar a lesão por fragilizar tecidos.
Opção d) indica estágio 4 com remoção da escara em etapas, o que não é indicado para escaras estáveis e secas.
Portanto, a melhor alternativa é a b), que descreve corretamente a classificação e o manejo inicial ideal para o caso apresentado.
Segundo os protocolos internacionais, uma escara seca, estável e intacta, deve ser protegida, não removida, pois retirá-la pode agravar a lesão. Isso encaixa o caso na classificação de lesão por pressão não classificável, pois a profundidade está encoberta pela escara. A conduta recomendada envolve aliviar a pressão no local, proteger a escara estável e monitorar cuidadosamente para sinais de complicação (como infecção ou aumento da lesão).
Opção a) sugere desbridamento e cobertura úmida, conduta contraindicada para escaras estáveis e secas, pois pode abrir feridas que ainda estão protegidas pela escara, aumentando o risco de infecção.
Opção c) fala de tissular profunda e massagem na pele adjacente, mas massagem nesse contexto pode piorar a lesão por fragilizar tecidos.
Opção d) indica estágio 4 com remoção da escara em etapas, o que não é indicado para escaras estáveis e secas.
Portanto, a melhor alternativa é a b), que descreve corretamente a classificação e o manejo inicial ideal para o caso apresentado.