Marcos de Castro
EQUIPE
27/09/2026 • 21:01
Essa questão aborda o manejo de crianças expostas à tuberculose em ambiente domiciliar, especialmente na Estratégia Saúde da Família. O tema central é a conduta diante de uma criança assintomática, vacinada com BCG, que convive com um adulto portador de tuberculose pulmonar ativa.
O bacilo de Calmette-Guérin (BCG) é uma vacina que protege contra formas graves da tuberculose em crianças, mas não impede a infecção. Portanto, mesmo vacinada, a criança exposta precisa ser acompanhada de perto. A recomendação padrão prevê a exclusão de tuberculose ativa antes de iniciar qualquer terapia preventiva, pois isso evita o risco de tratar de forma errada um caso ativo.
A conduta correta é convocar a criança para uma avaliação detalhada, realizando a investigação clínica, exame físico e complementares para descartar a doença ativa. Só depois disso, se a doença ativa for descartada, deve-se iniciar a terapia preventiva (quimioprofilaxia). O acompanhamento rigoroso garante que a criança seja monitorada até o final do tratamento preventivo.
Analisando as alternativas, apenas a letra d) contempla essa sequência ideal e segura: chamar a criança, aplicar fluxos para menores de 10 anos, excluir ativação da tuberculose e acompanhar. As outras alternativas ou ignoram a necessidade da investigação completa ou indicam ações incorretas, como repetir a BCG ou iniciar terapia preventiva sem excluir doença ativa.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa d).
O bacilo de Calmette-Guérin (BCG) é uma vacina que protege contra formas graves da tuberculose em crianças, mas não impede a infecção. Portanto, mesmo vacinada, a criança exposta precisa ser acompanhada de perto. A recomendação padrão prevê a exclusão de tuberculose ativa antes de iniciar qualquer terapia preventiva, pois isso evita o risco de tratar de forma errada um caso ativo.
A conduta correta é convocar a criança para uma avaliação detalhada, realizando a investigação clínica, exame físico e complementares para descartar a doença ativa. Só depois disso, se a doença ativa for descartada, deve-se iniciar a terapia preventiva (quimioprofilaxia). O acompanhamento rigoroso garante que a criança seja monitorada até o final do tratamento preventivo.
Analisando as alternativas, apenas a letra d) contempla essa sequência ideal e segura: chamar a criança, aplicar fluxos para menores de 10 anos, excluir ativação da tuberculose e acompanhar. As outras alternativas ou ignoram a necessidade da investigação completa ou indicam ações incorretas, como repetir a BCG ou iniciar terapia preventiva sem excluir doença ativa.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa d).