De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a esquizofrenia é um transtorno...

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a esquizofrenia é um transtorno de personalidade grave, geralmente com início ao final da adolescência ou começo da vida adulta. No cuidado de enfermag...


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De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a esquizofrenia é um transtorno de personalidade grave, geralmente com início ao final da adolescência ou começo da vida adulta. No cuidado de enfermagem ao usuário com Esquizofrenia, são identificadas manifestações que incluem alterações profundas na maneira de pensar, sentir, perceber, na consciência, na fala, na escrita e no comportamento, e especialmente no afeto (rigidez afetiva, afeto inapropriado, labilidade afetiva, ambivalência de afeto). As intervenções terapêuticas de enfermagem para os usuários com esquizofrenia envolvem:
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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    27/09/2026 • 15:01
    A esquizofrenia é um transtorno mental grave que afeta as funções cognitivas, emocionais e comportamentais do indivíduo. No cuidado de enfermagem, é fundamental conhecer as características do transtorno para planejar intervenções adequadas e seguras. A catatonia mencionada na alternativa A é um sintoma, mas não consiste em imitar movimentos e gestos - esse comportamento está relacionado ao 'ecopraxia'. Além disso, a catatonia envolve rigidez, posturas estranhas e mutismo, não imitação automática. Quanto à alternativa B, é correto que o tratamento farmacológico é essencial e que os antipsicóticos podem causar sedação, hipotensão e efeitos extrapiramidais, sendo a observação desses efeitos parte do cuidado. A alternativa C trata do estímulo ao comprometimento com o tratamento, tanto por parte do paciente quanto dos familiares, o que é fundamental para o sucesso terapêutico e a reintegração social. Por fim, a alternativa D, que propõe manter o paciente sedado e contido como primeira medida, não é uma intervenção ética nem recomendada, pois o cuidado deve priorizar o respeito à dignidade do paciente e o manejo das crises de forma menos invasiva possível. Assim, a alternativa C é a mais adequada, pois reflete uma intervenção terapêutica de enfermagem correta e humanizada no cuidado da esquizofrenia.
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