Equipe Gabarite
EQUIPE
27/09/2026 • 14:01
Essa questão é sobre o manejo imediato de uma emergência respiratória em um paciente idoso com DPOC grave numa visita domiciliar, diante de um quadro claro de crise respiratória aguda. A DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) é uma condição comum em idosos que pode ter exacerbações graves, demandando intervenção rápida, principalmente se há sinais de hipoxemia (baixa saturação de oxigênio) e desconforto respiratório intenso, como mostrado na questão.
A paciente está com dispneia intensa, tiragem intercostal (uso de músculos acessórios para respirar), fala em frases curtas (sinal de esforço respiratório) e cianose, além da oximetria indicando saturação em 85%, o que é abaixo do normal e indica necessidade urgente de oxigenação e suporte.
Além disso, a piora dos sintomas em dois dias com aumento da tosse e escarro amarelo sugere uma possível infecção respiratória exacerbando a DPOC. Contudo, na atenção primária e no domicílio, com recursos limitados (sem gasometria ou exames de imagem), o mais adequado é iniciar intervenções básicas essenciais para aliviar a insuficiência respiratória e encaminhar rapidamente para um serviço de maior complexidade onde avaliação e tratamento completos possam ser feitos.
Vamos analisar as alternativas:
- a) Oferecer broncodilatador (ajuda a aliviar broncoespasmo), posicionar em Fowler (posição semi-sentada melhora a respiração), monitorar sinais e nível de consciência, e acionar o SAMU para transferência imediata é a conduta correta, afinal a paciente está em situação de emergência respiratória.
- b) Encaminhar a pé ou pela família sem intervenções imediatas não é seguro, pois a paciente está em desconforto intenso e pode piorar em caminho aberto.
- c) Administrar antibiótico em domicílio e apenas observar a evolução não é o ideal, pois a paciente pode precisar de suporte imediato de oxigênio, oxigenoterapia e outras medidas.
- d) Solicitar exames para confirmar diagnóstico antes de agir pode atrasar a condução necessária em uma emergência clara.
Portanto, a alternativa a) apresenta a sequência mais segura e indicada para o manejo inicial:
administrar broncodilatador, posicionar a paciente, monitorar sinais vitais e acionar o SAMU para transferência hospitalar.
Gabarito: a
A paciente está com dispneia intensa, tiragem intercostal (uso de músculos acessórios para respirar), fala em frases curtas (sinal de esforço respiratório) e cianose, além da oximetria indicando saturação em 85%, o que é abaixo do normal e indica necessidade urgente de oxigenação e suporte.
Além disso, a piora dos sintomas em dois dias com aumento da tosse e escarro amarelo sugere uma possível infecção respiratória exacerbando a DPOC. Contudo, na atenção primária e no domicílio, com recursos limitados (sem gasometria ou exames de imagem), o mais adequado é iniciar intervenções básicas essenciais para aliviar a insuficiência respiratória e encaminhar rapidamente para um serviço de maior complexidade onde avaliação e tratamento completos possam ser feitos.
Vamos analisar as alternativas:
- a) Oferecer broncodilatador (ajuda a aliviar broncoespasmo), posicionar em Fowler (posição semi-sentada melhora a respiração), monitorar sinais e nível de consciência, e acionar o SAMU para transferência imediata é a conduta correta, afinal a paciente está em situação de emergência respiratória.
- b) Encaminhar a pé ou pela família sem intervenções imediatas não é seguro, pois a paciente está em desconforto intenso e pode piorar em caminho aberto.
- c) Administrar antibiótico em domicílio e apenas observar a evolução não é o ideal, pois a paciente pode precisar de suporte imediato de oxigênio, oxigenoterapia e outras medidas.
- d) Solicitar exames para confirmar diagnóstico antes de agir pode atrasar a condução necessária em uma emergência clara.
Portanto, a alternativa a) apresenta a sequência mais segura e indicada para o manejo inicial:
administrar broncodilatador, posicionar a paciente, monitorar sinais vitais e acionar o SAMU para transferência hospitalar.
Gabarito: a