Ingrid Nunes
EQUIPE
27/09/2026 • 11:01
Essa questão trata da imunização materna, um tema super importante para proteger tanto a mãe quanto o bebê durante a gestação e após o nascimento. A ideia principal da vacinação na gestante é proteger a mulher contra certas doenças, evitando complicações para ela e para o bebê, e também garantir a transferência de anticorpos pela placenta. Esses anticorpos maternos funcionam como uma proteção passiva para o bebê nos primeiros meses de vida, quando o sistema imunológico dele ainda está se desenvolvendo.
Vamos analisar cada alternativa para entender qual é a correta. Na alternativa a, fala que a vacina contra hepatite B é adiada no pré-natal por interferir na imunidade fetal. Isso não é verdade; a vacina para hepatite B pode e deve ser dada em gestantes que têm indicação, pois não prejudica o feto.
Na alternativa b, diz que a vacina dTpa protege o recém-nascido contra a coqueluche por meio de anticorpos maternos. Isso é correto porque a vacina dTpa é recomendada durante a gestação justamente para proteger o bebê da coqueluche nos primeiros meses, através da transferência de anticorpos pela placenta.
A alternativa c fala que a vacina tríplice viral previne rubéola congênita quando aplicada no pré-natal. Isso está errado, porque essa vacina é contraindicada durante a gestação, é feita antes de engravidar para evitar risco ao feto.
Por fim, a alternativa d afirma que a vacina contra VSR substitui a dTpa na proteção respiratória do recém-nascido. Isso não faz sentido, pois as vacinas têm finalidades diferentes. A vacina contra VSR protege contra o vírus sincicial respiratório, enquanto a dTpa protege contra difteria, tétano e coqueluche.
Por isso, a resposta correta é a opção b, que está alinhada com as recomendações atuais sobre imunização materna: a dTpa protege o bebê contra coqueluche por meio dos anticorpos transmitidos pela mãe.
Vamos analisar cada alternativa para entender qual é a correta. Na alternativa a, fala que a vacina contra hepatite B é adiada no pré-natal por interferir na imunidade fetal. Isso não é verdade; a vacina para hepatite B pode e deve ser dada em gestantes que têm indicação, pois não prejudica o feto.
Na alternativa b, diz que a vacina dTpa protege o recém-nascido contra a coqueluche por meio de anticorpos maternos. Isso é correto porque a vacina dTpa é recomendada durante a gestação justamente para proteger o bebê da coqueluche nos primeiros meses, através da transferência de anticorpos pela placenta.
A alternativa c fala que a vacina tríplice viral previne rubéola congênita quando aplicada no pré-natal. Isso está errado, porque essa vacina é contraindicada durante a gestação, é feita antes de engravidar para evitar risco ao feto.
Por fim, a alternativa d afirma que a vacina contra VSR substitui a dTpa na proteção respiratória do recém-nascido. Isso não faz sentido, pois as vacinas têm finalidades diferentes. A vacina contra VSR protege contra o vírus sincicial respiratório, enquanto a dTpa protege contra difteria, tétano e coqueluche.
Por isso, a resposta correta é a opção b, que está alinhada com as recomendações atuais sobre imunização materna: a dTpa protege o bebê contra coqueluche por meio dos anticorpos transmitidos pela mãe.