Ingrid Nunes
EQUIPE
27/09/2026 • 08:01
Essa questão aborda a atuação da enfermagem diante de um quadro de depressão pós-parto com ideação suicida, ainda que sem um plano definido para o suicídio. O tema principal aqui envolve saúde mental, sinais de alerta para suicídio e as melhores práticas para a atuação da equipe de enfermagem.
Primeiro, é importante entender que sentimentos como culpa, desesperança e pensamentos sobre "parar de existir" são sinais de risco e merecem atenção especial. No entanto, a paciente não tem um plano definido, o que indica uma situação delicada que exige acolhimento, avaliação e encaminhamento adequado.
A alternativa (a) sugere a internação psiquiátrica compulsória, que é uma medida extrema e só deve ser usada quando houver risco iminente de vida ou incapacidade de autocuidado, ou seja, não se aplica automaticamente a qualquer paciente com ideação.
A alternativa (b) fala em interromper o antidepressivo sem avaliação médica, o que é inadequado e perigoso, pois a interrupção do medicamento pode piorar o quadro clínico.
A alternativa (d) indica minimizar os relatos da paciente, o que vai contra os princípios de acolhimento em saúde mental e pode potencialmente agravar o sofrimento.
Por último, a alternativa (c) propõe acolhimento com escuta qualificada, avaliar o risco de suicídio de forma sistemática e acionar a rede de saúde mental para acompanhamento, que é a conduta mais correta e alinhada às boas práticas na área.
Portanto, a resposta correta é a alternativa c.
Primeiro, é importante entender que sentimentos como culpa, desesperança e pensamentos sobre "parar de existir" são sinais de risco e merecem atenção especial. No entanto, a paciente não tem um plano definido, o que indica uma situação delicada que exige acolhimento, avaliação e encaminhamento adequado.
A alternativa (a) sugere a internação psiquiátrica compulsória, que é uma medida extrema e só deve ser usada quando houver risco iminente de vida ou incapacidade de autocuidado, ou seja, não se aplica automaticamente a qualquer paciente com ideação.
A alternativa (b) fala em interromper o antidepressivo sem avaliação médica, o que é inadequado e perigoso, pois a interrupção do medicamento pode piorar o quadro clínico.
A alternativa (d) indica minimizar os relatos da paciente, o que vai contra os princípios de acolhimento em saúde mental e pode potencialmente agravar o sofrimento.
Por último, a alternativa (c) propõe acolhimento com escuta qualificada, avaliar o risco de suicídio de forma sistemática e acionar a rede de saúde mental para acompanhamento, que é a conduta mais correta e alinhada às boas práticas na área.
Portanto, a resposta correta é a alternativa c.