Equipe Gabarite
EQUIPE
27/09/2026 • 02:01
Vamos entender direito a profilaxia da raiva humana, que é essencial para quem pode estar exposto ao vírus do vírus rábico. A vacina pode ser usada tanto antes do contato (pré-exposição) quanto depois que houve contato com o risco (pós-exposição).
A alternativa (a) está correta, pois vacina pré-exposição é indicada para profissionais de risco e também para casos como turistas em áreas de risco, inclusive em gestantes após avaliação.
A alternativa (b) também está correta. Pós-exposição é para ferimentos e contato direto com animais suspeitos ou transmissores da raiva, e também para reexposição em pessoas previamente vacinadas.
Na alternativa (c), o esquema pré-exposição com 3 doses nos dias 0, 7 e 28 está adequado. O controle sorológico também é importante para garantir a efetividade.
Na alternativa (d), há um problema importante. Em contato indireto com animais potencialmente raivosos, o protocolo não recomenda iniciar esquema vacinal imediatamente, especialmente com o esquema e doses indicados. Essa alternativa traz um erro na indicação do esquema para esse tipo de exposição, que geralmente não necessita profilaxia imediata e agressiva como sugerido.
Já a alternativa (e) está correta e detalha o procedimento de profilaxia para acidentes graves, com lavagem do local, observação do animal e esquema vacinal junto com soro antirrábico quando necessário.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra (d), pois apresenta uma conduta equivocada para o tipo de exposição que descreve.
A alternativa (a) está correta, pois vacina pré-exposição é indicada para profissionais de risco e também para casos como turistas em áreas de risco, inclusive em gestantes após avaliação.
A alternativa (b) também está correta. Pós-exposição é para ferimentos e contato direto com animais suspeitos ou transmissores da raiva, e também para reexposição em pessoas previamente vacinadas.
Na alternativa (c), o esquema pré-exposição com 3 doses nos dias 0, 7 e 28 está adequado. O controle sorológico também é importante para garantir a efetividade.
Na alternativa (d), há um problema importante. Em contato indireto com animais potencialmente raivosos, o protocolo não recomenda iniciar esquema vacinal imediatamente, especialmente com o esquema e doses indicados. Essa alternativa traz um erro na indicação do esquema para esse tipo de exposição, que geralmente não necessita profilaxia imediata e agressiva como sugerido.
Já a alternativa (e) está correta e detalha o procedimento de profilaxia para acidentes graves, com lavagem do local, observação do animal e esquema vacinal junto com soro antirrábico quando necessário.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra (d), pois apresenta uma conduta equivocada para o tipo de exposição que descreve.