Matheus Fernandes
EQUIPE
26/09/2026 • 20:01
Essa questão trata do manejo de um paciente com suspeita de tuberculose, um tema fundamental na atenção básica à saúde. A tuberculose é uma doença infecciosa que, quando apresenta sintomas como tosse persistente por mais de três semanas, febre vespertina, emagrecimento e sudorese noturna, exige atenção imediata devido ao risco de transmissão e à gravidade da doença. No caso apresentado, o paciente tem tosse há quatro semanas, febre no fim do dia, perda de peso e sudorese noturna, além de contato domiciliar com pessoa em tratamento para tuberculose, o que aumenta a suspeita clínica.
A conduta recomendada nesses casos inclui isolar o paciente em ambiente separado para evitar contágio, uso de máscara, comunicação imediata à equipe de saúde e encaminhamento prioritário para testes diagnósticos, como baciloscopia ou teste rápido específico para tuberculose, para confirmar ou descartar a doença.
Analisando as alternativas, a única que propõe uma conduta correta e segura para o manejo possível da tuberculose é a letra e, que orienta a adoção de medidas de proteção respiratória, comunicação à equipe e encaminhamento para exame diagnóstico prioritário, conforme o protocolo vigente.
As outras alternativas apresentam informações incorretas ou perigosas, como aguardar 30 dias, liberar o paciente sem diagnóstico, aplicar BCG para tratamento ativo (o que é um erro, pois BCG é vacina preventiva), ou manter o paciente em sala coletiva, o que pode favorecer a disseminação da doença.
Portanto, a resposta correta é a alternativa e.
A conduta recomendada nesses casos inclui isolar o paciente em ambiente separado para evitar contágio, uso de máscara, comunicação imediata à equipe de saúde e encaminhamento prioritário para testes diagnósticos, como baciloscopia ou teste rápido específico para tuberculose, para confirmar ou descartar a doença.
Analisando as alternativas, a única que propõe uma conduta correta e segura para o manejo possível da tuberculose é a letra e, que orienta a adoção de medidas de proteção respiratória, comunicação à equipe e encaminhamento para exame diagnóstico prioritário, conforme o protocolo vigente.
As outras alternativas apresentam informações incorretas ou perigosas, como aguardar 30 dias, liberar o paciente sem diagnóstico, aplicar BCG para tratamento ativo (o que é um erro, pois BCG é vacina preventiva), ou manter o paciente em sala coletiva, o que pode favorecer a disseminação da doença.
Portanto, a resposta correta é a alternativa e.