Ingrid Nunes
EQUIPE
26/09/2026 • 20:01
Essa questão trata sobre o manejo e acompanhamento de idosos após quedas, um tema muito importante na atenção básica e na geriatria. Quedas são um problema comum em idosos e podem levar a complicações graves, portanto a avaliação de risco é crucial para prevenir novos acidentes.
No caso apresentado, a usuária teve uma queda com hospitalização, mas sem fraturas ou sequelas neurológicas graves. Ela apresenta tontura ao levantar, medo de cair novamente, marcha lenta e está usando bengala não prescrita, o que indica necessidade de avaliação cuidadosa para risco de novas quedas e para a função motoras.
A resposta correta precisa contemplar uma abordagem multiprofissional, avaliação da marcha e do risco de queda, possível visita domiciliar para avaliar o ambiente, as medicações e a rede de apoio, além de orientação sobre segurança. Repouso prolongado, restrição severa ou isolamento não são recomendados pois promovem perda funcional e piora da autonomia.
Vamos analisar as alternativas:
a) Repouso prolongado e redução dos deslocamentos não são indicados, pois inatividade pode piorar a funcionalidade do idoso. Também não há indicação clara para uso de medicações para vertigem ou ansiedade sem avaliação mais detalhada.
b) Essa alternativa aborda a avaliação multiprofissional, risco de queda, visita domiciliar, orientações de segurança e apoio adequado, o que está alinhado com as recomendações atuais para prevenção de quedas.
c) Treinamento de caminhada sem apoio, sem avaliação adequada, pode ser inseguro. O medo da queda deve ser trabalhado, mas não isoladamente, e não se deve priorizar apenas a autonomia se não houver a avaliação do risco.
d) Considerar quedas como evento esperado e condicionar o acompanhamento apenas a fraturas não é correto e negligencia a importância da prevenção.
e) Notificação de abandono e restrição da circulação da usuária são medidas que não correspondem à realidade descrita e são inadequadas e desumanas.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.
No caso apresentado, a usuária teve uma queda com hospitalização, mas sem fraturas ou sequelas neurológicas graves. Ela apresenta tontura ao levantar, medo de cair novamente, marcha lenta e está usando bengala não prescrita, o que indica necessidade de avaliação cuidadosa para risco de novas quedas e para a função motoras.
A resposta correta precisa contemplar uma abordagem multiprofissional, avaliação da marcha e do risco de queda, possível visita domiciliar para avaliar o ambiente, as medicações e a rede de apoio, além de orientação sobre segurança. Repouso prolongado, restrição severa ou isolamento não são recomendados pois promovem perda funcional e piora da autonomia.
Vamos analisar as alternativas:
a) Repouso prolongado e redução dos deslocamentos não são indicados, pois inatividade pode piorar a funcionalidade do idoso. Também não há indicação clara para uso de medicações para vertigem ou ansiedade sem avaliação mais detalhada.
b) Essa alternativa aborda a avaliação multiprofissional, risco de queda, visita domiciliar, orientações de segurança e apoio adequado, o que está alinhado com as recomendações atuais para prevenção de quedas.
c) Treinamento de caminhada sem apoio, sem avaliação adequada, pode ser inseguro. O medo da queda deve ser trabalhado, mas não isoladamente, e não se deve priorizar apenas a autonomia se não houver a avaliação do risco.
d) Considerar quedas como evento esperado e condicionar o acompanhamento apenas a fraturas não é correto e negligencia a importância da prevenção.
e) Notificação de abandono e restrição da circulação da usuária são medidas que não correspondem à realidade descrita e são inadequadas e desumanas.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.