David Castilho
EQUIPE
26/09/2026 • 18:01
A questão aborda um tema muito importante em saúde pública: a prevenção e o manejo inicial da dengue, com foco em orientações compatíveis com as recomendações do Ministério da Saúde.
Primeiro, é fundamental entender que o controle vetorial da dengue não se limita apenas à aplicação de larvicidas, mas inclui ações educativas para eliminar ou vedar recipientes que acumulam água parada, pois são esses locais que servem de criadouros para o mosquito Aedes aegypti. Portanto, a alternativa (a) está incorreta ao dizer que só se deve aplicar larvicidas ignorando a educação ambiental.
Sobre sinais clínicos, a dor retro-orbitária (atrás dos olhos) pode ser um sintoma comum da dengue, mas isoladamente não caracteriza forma grave da doença, que inclui sinais como vômitos persistentes, sangramentos e sinais de choque. Já a alternativa (b) apresenta várias informações incorretas, como deixar recipientes tampados só em períodos chuvosos e permitir uso livre de anti-inflamatórios, que podem aumentar o risco de sangramentos.
A dengue grave é associada à queda das plaquetas, não ao aumento, então a alternativa (c) erra nesse ponto. Além disso, recipientes vazios podem sim acumular água da chuva e se tornar criadouros, e anti-inflamatórios não esteroidais podem aumentar o risco hemorrágico.
A alternativa (d) está alinhada com as recomendações oficiais: vômitos persistentes são sinal de alerta, devendo-se eliminar ou vedar recipientes que acumulem água para controle do mosquito. Além disso, medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (como AINEs) podem aumentar o risco de sangramento, por isso devem ser evitados na dengue.
Por fim, afirmar que ausência de febre exclui possibilidade de agravamento (alternativa e) é incorreto, pois a dengue pode evoluir mesmo após a febre ceder, exigindo observação constante dos sinais clínicos.
Portanto, a alternativa correta, que apresenta orientações compatíveis com as recomendações do Ministério da Saúde, é a letra d.
Primeiro, é fundamental entender que o controle vetorial da dengue não se limita apenas à aplicação de larvicidas, mas inclui ações educativas para eliminar ou vedar recipientes que acumulam água parada, pois são esses locais que servem de criadouros para o mosquito Aedes aegypti. Portanto, a alternativa (a) está incorreta ao dizer que só se deve aplicar larvicidas ignorando a educação ambiental.
Sobre sinais clínicos, a dor retro-orbitária (atrás dos olhos) pode ser um sintoma comum da dengue, mas isoladamente não caracteriza forma grave da doença, que inclui sinais como vômitos persistentes, sangramentos e sinais de choque. Já a alternativa (b) apresenta várias informações incorretas, como deixar recipientes tampados só em períodos chuvosos e permitir uso livre de anti-inflamatórios, que podem aumentar o risco de sangramentos.
A dengue grave é associada à queda das plaquetas, não ao aumento, então a alternativa (c) erra nesse ponto. Além disso, recipientes vazios podem sim acumular água da chuva e se tornar criadouros, e anti-inflamatórios não esteroidais podem aumentar o risco hemorrágico.
A alternativa (d) está alinhada com as recomendações oficiais: vômitos persistentes são sinal de alerta, devendo-se eliminar ou vedar recipientes que acumulem água para controle do mosquito. Além disso, medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (como AINEs) podem aumentar o risco de sangramento, por isso devem ser evitados na dengue.
Por fim, afirmar que ausência de febre exclui possibilidade de agravamento (alternativa e) é incorreto, pois a dengue pode evoluir mesmo após a febre ceder, exigindo observação constante dos sinais clínicos.
Portanto, a alternativa correta, que apresenta orientações compatíveis com as recomendações do Ministério da Saúde, é a letra d.