Matheus Fernandes
EQUIPE
26/09/2026 • 18:01
Essa questão aborda um tema muito importante na área da saúde mental: a prevenção do suicídio. Saber reconhecer os fatores de risco, os sinais de alerta e a postura correta no atendimento a pessoas com ideação suicida é fundamental para diminuir essa tragédia.
Primeiro, vamos entender os fatores de risco. São elementos que aumentam a chance de uma pessoa tentar o suicídio, como isolamento social, uso abusivo de álcool e drogas, histórico de tentativas anteriores e presença de transtornos mentais, por exemplo depressão. Isso está correto e não deve ser ignorado.
Agora, vamos analisar os sinais de alerta. Pessoas que manifestam desejo de morrer ou falam sobre isso devem ser sempre levadas a sério, pois esses relatos não são transitórios e ignorá-los pode ser fatal. Também é importante monitorar a melhora súbita do humor em uma pessoa deprimida, pois, às vezes, ela pode significar que a pessoa tomou uma decisão sobre suicídio e se sente mais tranquila por isso - ou seja, a melhora não elimina a necessidade de cuidados.
Quanto à abordagem, o diálogo sobre pensamentos suicidas não deve ser evitado; pelo contrário, conversar de forma aberta ajuda a pessoa a se sentir acolhida e pode prevenir atitudes impulsivas.
Finalmente, a ocorrência de tentativa prévia aumenta - e não diminui - o risco de novas tentativas, mesmo com acompanhamento anterior.
Analisando as alternativas, apenas a alternativa a) está correta, pois lista corretamente os fatores de risco para suicídio. Todas as outras contêm informações erradas ou mitos que podem colocar a pessoa em perigo.
Gabarito: a
Primeiro, vamos entender os fatores de risco. São elementos que aumentam a chance de uma pessoa tentar o suicídio, como isolamento social, uso abusivo de álcool e drogas, histórico de tentativas anteriores e presença de transtornos mentais, por exemplo depressão. Isso está correto e não deve ser ignorado.
Agora, vamos analisar os sinais de alerta. Pessoas que manifestam desejo de morrer ou falam sobre isso devem ser sempre levadas a sério, pois esses relatos não são transitórios e ignorá-los pode ser fatal. Também é importante monitorar a melhora súbita do humor em uma pessoa deprimida, pois, às vezes, ela pode significar que a pessoa tomou uma decisão sobre suicídio e se sente mais tranquila por isso - ou seja, a melhora não elimina a necessidade de cuidados.
Quanto à abordagem, o diálogo sobre pensamentos suicidas não deve ser evitado; pelo contrário, conversar de forma aberta ajuda a pessoa a se sentir acolhida e pode prevenir atitudes impulsivas.
Finalmente, a ocorrência de tentativa prévia aumenta - e não diminui - o risco de novas tentativas, mesmo com acompanhamento anterior.
Analisando as alternativas, apenas a alternativa a) está correta, pois lista corretamente os fatores de risco para suicídio. Todas as outras contêm informações erradas ou mitos que podem colocar a pessoa em perigo.
Gabarito: a