Camila Duarte
EQUIPE
26/09/2026 • 18:01
Quando falamos sobre segurança do paciente, um ponto crucial é a correta identificação do paciente para evitar erros na administração de medicamentos ou realização de procedimentos. Esse aspecto é tão importante que o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) enfatiza o uso de protocolos rigorosos para garantir que o paciente certo receba o tratamento adequado.
No caso apresentado, o problema é a chamada dos pacientes somente pelo primeiro nome, o que pode causar confusão entre pessoas com nomes semelhantes. A medida mais eficaz para minimizar esse risco é o uso de pelo menos dois identificadores ao identificar um paciente. Isso pode incluir nome completo e data de nascimento, por exemplo. Assim, se confirmadas essas informações, o erro diminui muito.
Reforçar a atenção ou orientar os pacientes a confirmarem o nome verbalmente são boas práticas, mas isoladamente não garantem segurança máxima. Centralizar a conferência na equipe de enfermagem ou somente registrar os erros para avaliação a posteriori deixam vulnerabilidades e não abordam diretamente a prevenção ativa do erro.
Portanto, a alternativa que indica a implantação de um protocolo de identificação segura do paciente, utilizando pelo menos dois identificadores, é a mais adequada segundo o PNSP.
No caso apresentado, o problema é a chamada dos pacientes somente pelo primeiro nome, o que pode causar confusão entre pessoas com nomes semelhantes. A medida mais eficaz para minimizar esse risco é o uso de pelo menos dois identificadores ao identificar um paciente. Isso pode incluir nome completo e data de nascimento, por exemplo. Assim, se confirmadas essas informações, o erro diminui muito.
Reforçar a atenção ou orientar os pacientes a confirmarem o nome verbalmente são boas práticas, mas isoladamente não garantem segurança máxima. Centralizar a conferência na equipe de enfermagem ou somente registrar os erros para avaliação a posteriori deixam vulnerabilidades e não abordam diretamente a prevenção ativa do erro.
Portanto, a alternativa que indica a implantação de um protocolo de identificação segura do paciente, utilizando pelo menos dois identificadores, é a mais adequada segundo o PNSP.