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La violência como bella arte Pues bien, ‘Relatos Salvajes'. de Damián Szifrón. es sobre todo un brillante esfuerzo por poner rostro, por fotografiar, a...


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La violência como bella arte
Pues bien, ‘Relatos Salvajes'. de Damián Szifrón. es sobre todo un brillante esfuerzo por poner rostro, por fotografiar, a Ia parte de Ia violência que tanto cuesta ver en el cine. De repente, el director argentino coloca al espectador ante el espectáculo, digamos putrefacto, de una sociedad enferma de su propia indolência, anestesiada por su ira, incapaz de entender el origen de Ia insatisfacción que Ia habita.¿Cómo se quedan? Si, estamos delante de Ia una pelicula vocacionalmente violenta, obligadamente salvaje, pero, y sobre todo, deslumbrante en su claridad. Más allá del esplendor sabio de una producción perfecta, Io que más duele, Io que más divierte, Io que más conmueve es Ia sensación de reconocimiento. Cada uno de los damnificados, pese a su acento marcadamente argentino, somos nosotros. O, mejor, cada insulto proferido, y no siempre entendido, es nuestro, en algún momento ha salido de nuestra boca. O saldrá. La violência no es sólo eso que tanto desagrada a los profesionales del buen gusto, a los programadores de ópera o a los filósofos de Ia nada; Ia violência, Ia realmente insoportable, es también una cuestión de actitud, un simple gesto. Y esa violência está por todas partes, está dentro. Y Szifrón acierta a retratarla tan fielmente que no queda otra cosa que romper a reir. Aunque sólo sea de simple desesperación. Brillante, magistral incluso.
MARTINEZ. L Disponível em www.elmundo.ec Acesso em 13 abr 2015 (adaptado)

Nessa resenha crítica acerca do filme Relatos Salvajes, o autor evidencia o
Analisando...
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    01/10/2026 • 06:01
    Vamos conversar um pouco sobre como a crítica de cinema aborda o filme 'Relatos Salvajes'. O texto fala que o diretor usa o filme para mostrar um lado da violência que normalmente é difícil de ver no cinema, mostrando uma sociedade doente, anestesiada pela raiva e insatisfação. A crítica destaca que, apesar do filme ser violento e chocante, o mais marcante é o reconhecimento do público, como se cada um de nós pudesse se ver nas situações mostradas. O texto também fala que a violência não está só nas ações, mas também nas atitudes e pequenos gestos.
    A partir disso, e olhando para as alternativas, a opção que melhor expressa essa ideia de reconhecimento das várias formas de violência a partir de um olhar humano e próximo, é a alternativa 'e', que indica o autorreconhecimento diante dos tipos de comportamento humano frente à violência. As outras opções não se encaixam tão bem: a) fala do cômico como fuga, o texto fala de risos de desespero, não fuga; b) diz que a sociedade está apática, mas o texto fala mais em raiva e insatisfação; c) fala de empecilho para vivenciar a violência, o texto não sugere isso; d) fala do sotaque como destaque regional, mas isso é apenas um detalhe mencionado, não o foco da crítica. Portanto, o gabarito é a letra e.
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