Matheus Fernandes
EQUIPE
01/10/2026 • 04:02
A questão aborda a tragédia de Mariana, ocorrida em 2015, e sua possível relação com o aumento de casos suspeitos de febre amarela em Minas Gerais. Para analisar as alternativas, é importante compreender o que cada texto afirma.
No Texto I, a bióloga Márcia Chame sugere que o aumento dos casos de febre amarela pode estar relacionado à tragédia, uma vez que os casos aparecem em cidades próximas ao Rio Doce, afetado pelo rompimento da barragem. Ou seja, há uma associação entre o desastre ambiental e o surto da doença.
No Texto II, por outro lado, o biólogo Servio Ribeiro considera improvável essa relação porque o mosquito transmissor da febre amarela vive em áreas florestais e não depende de grandes corpos d’água como rios, e salienta que a região afetada não sofreu uma destruição significativa da floresta.
Dessa forma, a divergência entre os textos está justamente na influência do desastre ambiental sobre a incidência da doença (a febre amarela). Enquanto um texto sugere essa relação, o outro a descarta com base na ecologia do mosquito e da floresta.
Analisando as alternativas:
a) poluição dos rios locais – não é o foco direto da divergência, embora relacionada ao desastre.
b) identificação da área afetada – os textos concordam que são as cidades próximas ao rio Doce.
c) destruição da vegetação nativa – o Texto II fala que a floresta não foi derrubada com força, enquanto o Texto I não aborda diretamente isso.
d) aparecimento de enfermidade endêmica – este é exatamente o ponto divergente, porque um texto relaciona o aumento da febre amarela à tragédia e o outro nega essa relação.
e) surgimento de comunidades desabrigadas – não mencionado nos textos.
Portanto, a divergência está relacionada ao surgimento do surto de febre amarela devido ou não à tragédia de Mariana.
Gabarito: d
No Texto I, a bióloga Márcia Chame sugere que o aumento dos casos de febre amarela pode estar relacionado à tragédia, uma vez que os casos aparecem em cidades próximas ao Rio Doce, afetado pelo rompimento da barragem. Ou seja, há uma associação entre o desastre ambiental e o surto da doença.
No Texto II, por outro lado, o biólogo Servio Ribeiro considera improvável essa relação porque o mosquito transmissor da febre amarela vive em áreas florestais e não depende de grandes corpos d’água como rios, e salienta que a região afetada não sofreu uma destruição significativa da floresta.
Dessa forma, a divergência entre os textos está justamente na influência do desastre ambiental sobre a incidência da doença (a febre amarela). Enquanto um texto sugere essa relação, o outro a descarta com base na ecologia do mosquito e da floresta.
Analisando as alternativas:
a) poluição dos rios locais – não é o foco direto da divergência, embora relacionada ao desastre.
b) identificação da área afetada – os textos concordam que são as cidades próximas ao rio Doce.
c) destruição da vegetação nativa – o Texto II fala que a floresta não foi derrubada com força, enquanto o Texto I não aborda diretamente isso.
d) aparecimento de enfermidade endêmica – este é exatamente o ponto divergente, porque um texto relaciona o aumento da febre amarela à tragédia e o outro nega essa relação.
e) surgimento de comunidades desabrigadas – não mencionado nos textos.
Portanto, a divergência está relacionada ao surgimento do surto de febre amarela devido ou não à tragédia de Mariana.
Gabarito: d