Equipe Gabarite
EQUIPE
01/10/2026 • 01:01
Essa questão aborda um poema de Torquato Neto, importante poeta brasileiro dos anos 1970 e integrante do movimento Tropicália. O texto reflete sobre a poesia e o ato de poetar, enfatizando o risco, a coragem e a atitude do poeta diante das dificuldades e perigos da criação artística.
O poema usa uma linguagem coloquial e informal, cheia de expressões populares e um tom direto, quase um diálogo, que aproxima o leitor, ressaltando a problemática vivida pelo poeta. Torquato fala de "destruir a linguagem", "inventar o perigo" e "não trair a sua poesia", mostrando que ser poeta é algo que exige desprendimento, ousadia e irreverência. Ao mesmo tempo, há uma espécie de exaltação à coragem do poeta, que deve berrar na hora do perigo, da mesma forma que um boi berraria – uma analogia que fala sobre a força e a autenticidade do poeta.
Analisando as alternativas: a) fala de gírias e expressões coloquiais para criticar a linguagem adornada, mas a crítica direta não é o foco principal do texto - a ideia maior é a atitude do poeta e seu compromisso com a poesia arriscada.
b) fala em intenção satírica e humor para felicidade dos leitores, o que não está claro aqui; o texto não tem tom satírico nem busca felicidade para o leitor especificamente.
c) frases de efeito e interpelação ao leitor aparecem, mas não para ironizar adequação ao gosto do público, e sim para enfatizar a sinceridade e o risco da poesia.
d) fala em recursos da prosa e senso comum para focar nas dificuldades do poeta, porém o texto é um poema escrito em verso com linguagem coloquial, mais que prosa.
e) fala em referências intertextuais (como a citação do homem e o boi) e anedóticas para defender a importância da atitude corajosa diante dos riscos da criação poética – esta alternativa capta a essência do texto, que exalta uma postura destemida na arte, embasada em figuras e exemplos que reforçam o argumento.
Portanto, a alternativa correta é a letra e, pois ela sintetiza melhor a mobilização de elementos no texto para defender uma postura destemida do poeta.
O poema usa uma linguagem coloquial e informal, cheia de expressões populares e um tom direto, quase um diálogo, que aproxima o leitor, ressaltando a problemática vivida pelo poeta. Torquato fala de "destruir a linguagem", "inventar o perigo" e "não trair a sua poesia", mostrando que ser poeta é algo que exige desprendimento, ousadia e irreverência. Ao mesmo tempo, há uma espécie de exaltação à coragem do poeta, que deve berrar na hora do perigo, da mesma forma que um boi berraria – uma analogia que fala sobre a força e a autenticidade do poeta.
Analisando as alternativas: a) fala de gírias e expressões coloquiais para criticar a linguagem adornada, mas a crítica direta não é o foco principal do texto - a ideia maior é a atitude do poeta e seu compromisso com a poesia arriscada.
b) fala em intenção satírica e humor para felicidade dos leitores, o que não está claro aqui; o texto não tem tom satírico nem busca felicidade para o leitor especificamente.
c) frases de efeito e interpelação ao leitor aparecem, mas não para ironizar adequação ao gosto do público, e sim para enfatizar a sinceridade e o risco da poesia.
d) fala em recursos da prosa e senso comum para focar nas dificuldades do poeta, porém o texto é um poema escrito em verso com linguagem coloquial, mais que prosa.
e) fala em referências intertextuais (como a citação do homem e o boi) e anedóticas para defender a importância da atitude corajosa diante dos riscos da criação poética – esta alternativa capta a essência do texto, que exalta uma postura destemida na arte, embasada em figuras e exemplos que reforçam o argumento.
Portanto, a alternativa correta é a letra e, pois ela sintetiza melhor a mobilização de elementos no texto para defender uma postura destemida do poeta.