David Castilho
EQUIPE
30/09/2026 • 20:02
O enunciado fala sobre o crescimento da população carcerária no Brasil, destacando que grande parte dos presos são jovens, homens, negros, com baixa escolaridade e envolvidos em crimes patrimoniais. Isso sugere que a questão do encarceramento está muito ligada a fatores sociais e econômicos. Ou seja, o problema não é apenas o crime em si, mas as condições que levam esses jovens a cometerem crimes, como a falta de oportunidades, educação e inclusão social.
Diante desse cenário, as políticas públicas mais eficazes visam atacar a raiz do problema, promovendo a inclusão social desses grupos vulneráveis para diminuir a criminalidade e o encarceramento. Medidas como flexibilização do Código Civil, redução da maioridade penal, contenção da corrupção e expansão do tempo de reclusão não atacam diretamente esses fatores sociais. Pelo contrário, algumas podem até agravar a situação.
Portanto, a alternativa correta é a promoção da inclusão social, que trabalha diretamente para reduzir as desigualdades e proporcionar melhores condições de vida para esses jovens, diminuindo a criminalidade e, consequentemente, o encarceramento.
Diante desse cenário, as políticas públicas mais eficazes visam atacar a raiz do problema, promovendo a inclusão social desses grupos vulneráveis para diminuir a criminalidade e o encarceramento. Medidas como flexibilização do Código Civil, redução da maioridade penal, contenção da corrupção e expansão do tempo de reclusão não atacam diretamente esses fatores sociais. Pelo contrário, algumas podem até agravar a situação.
Portanto, a alternativa correta é a promoção da inclusão social, que trabalha diretamente para reduzir as desigualdades e proporcionar melhores condições de vida para esses jovens, diminuindo a criminalidade e, consequentemente, o encarceramento.