Camila Duarte
EQUIPE
30/09/2026 • 18:02
Vamos conversar sobre cidadania durante a República Velha no Brasil, período que vai de 1889 a 1930. A questão fala sobre grupos sociais que, embora tivessem direitos civis, não tinham direitos políticos na prática, como as mulheres, camponeses iletrados, imigrantes e ex-escravos. Mesmo com essa exclusão formal, essas pessoas conseguiram participar do cenário político de alguma forma.
É importante lembrar que na República Velha o voto não era universal nem secreto; era restrito a homens alfabetizados, o que excluía a maioria dos grupos mencionados. Portanto, a alternativa 'a) prática do sufrágio livre e universal' não é correta, porque não havia sufrágio universal.
Nem havia um programa efetivo de democratização do ensino (opção 'b'), que pudesse mudar rapidamente essa realidade.
As alianças de oligarquias partidárias estaduais (c) referem-se ao poder das elites locais, e não à participação direta dos grupos excluídos.
Os levantes populares espontâneos (d) ocorreram pontualmente, mas não foram a forma principal de participação política desses grupos nos primeiros anos da república.
O discurso social-darwinista e eugenista (e) era na verdade utilizado para justificar a exclusão desses grupos, e não para que eles exercessem cidadania.
O texto está enfatizando que, mesmo sem direitos políticos formais, esses grupos agiram politicamente. Na realidade histórica, uma forma indireta que eles usaram para influir foi através de movimentos sociais organizados, pressões locais, e apoio a lideranças que os representavam, o que pode ser interpretado como 'irrupção de levantes populares espontâneos'. Logo, a opção que mais se aproxima do modo como esses grupos exerceram sua cidadania é a letra 'd'.
Gabarito: d
É importante lembrar que na República Velha o voto não era universal nem secreto; era restrito a homens alfabetizados, o que excluía a maioria dos grupos mencionados. Portanto, a alternativa 'a) prática do sufrágio livre e universal' não é correta, porque não havia sufrágio universal.
Nem havia um programa efetivo de democratização do ensino (opção 'b'), que pudesse mudar rapidamente essa realidade.
As alianças de oligarquias partidárias estaduais (c) referem-se ao poder das elites locais, e não à participação direta dos grupos excluídos.
Os levantes populares espontâneos (d) ocorreram pontualmente, mas não foram a forma principal de participação política desses grupos nos primeiros anos da república.
O discurso social-darwinista e eugenista (e) era na verdade utilizado para justificar a exclusão desses grupos, e não para que eles exercessem cidadania.
O texto está enfatizando que, mesmo sem direitos políticos formais, esses grupos agiram politicamente. Na realidade histórica, uma forma indireta que eles usaram para influir foi através de movimentos sociais organizados, pressões locais, e apoio a lideranças que os representavam, o que pode ser interpretado como 'irrupção de levantes populares espontâneos'. Logo, a opção que mais se aproxima do modo como esses grupos exerceram sua cidadania é a letra 'd'.
Gabarito: d