Matheus Fernandes
EQUIPE
06/10/2026 • 22:02
Quando falamos de um paciente com choque hemorrágico após trauma, a prioridade é garantir acesso vascular para administração rápida de fluidos e hemoderivados, o que é essencial para a reanimação e estabilização do paciente. O acesso venoso é a via mais utilizada, mas às vezes, principalmente em casos graves, as veias periféricas podem não estar acessíveis devido a vasoconstrição intensa ou colapso venoso.
Nessas situações, o acesso intraósseo (IO) se mostra um recurso rápido e eficaz, pois permite a infusão direta na medula óssea, que é um espaço vascularizado e comunicante com o sistema venoso central. É muito útil para expansão volêmica urgente quando o acesso venoso convencional falha ou demora demais.
As outras opções, como intubação intotraqueal para administrar medicações ou via intramuscular, não são prioritárias para acesso vascular em choque hemorrágico. Dissecção venosa é um procedimento mais invasivo, complexo e demora mais que o acesso intraósseo, não sendo a primeira escolha em emergência.
Portanto, a conduta mais imediata correta diante da falha no acesso venoso nesse cenário é o acesso intraósseo para expansão volêmica.
Gabarito: a
Nessas situações, o acesso intraósseo (IO) se mostra um recurso rápido e eficaz, pois permite a infusão direta na medula óssea, que é um espaço vascularizado e comunicante com o sistema venoso central. É muito útil para expansão volêmica urgente quando o acesso venoso convencional falha ou demora demais.
As outras opções, como intubação intotraqueal para administrar medicações ou via intramuscular, não são prioritárias para acesso vascular em choque hemorrágico. Dissecção venosa é um procedimento mais invasivo, complexo e demora mais que o acesso intraósseo, não sendo a primeira escolha em emergência.
Portanto, a conduta mais imediata correta diante da falha no acesso venoso nesse cenário é o acesso intraósseo para expansão volêmica.
Gabarito: a