David Castilho
EQUIPE
06/10/2026 • 21:02
Nesta questão, o foco é a anestesia em pacientes idosos, um tema importante na prática médica, principalmente devido às alterações fisiológicas que ocorrem com o envelhecimento. Pacientes idosos têm modificações na farmacocinética e farmacodinâmica dos anestésicos, o que pode aumentar o risco de efeitos adversos durante e após a cirurgia.
A idade avançada está associada a uma redução da função hepática e renal, alterações na composição corporal (aumento da gordura corporal e redução da água total), além de uma maior sensibilidade aos medicamentos anestésicos. Isso faz com que sejam necessárias doses menores e uma indução mais lenta para evitar complicações, como depressão respiratória e delirium pós-operatório.
Analisando as alternativas:
- A alternativa "a" sugere sedação leve com benzodiazepínicos para evitar delirium, porém benzodiazepínicos tendem a aumentar o risco de delirium em idosos, o que é contraproducente.
- A alternativa "b" fala em manter doses padrão, mas devido às alterações na farmacocinética e farmacodinâmica no idoso, manter doses habituais pode ser perigoso.
- A alternativa "c" recomenda anestesia geral com indução lenta e redução das doses, que é justamente a conduta adequada para minimizar riscos anestésicos em idosos.
- A alternativa "d" sugere associar medicamentos acreditando em rápida metabolização, que na realidade ocorre o contrário, pois o metabolismo geralmente está diminuído nos idosos.
Portanto, a melhor conduta para minimizar os riscos anestésicos relacionados à idade é a redução das doses e a indução lenta, adaptando a anestesia às alterações farmacodinâmicas do paciente idoso, conforme descrito na alternativa c.
A idade avançada está associada a uma redução da função hepática e renal, alterações na composição corporal (aumento da gordura corporal e redução da água total), além de uma maior sensibilidade aos medicamentos anestésicos. Isso faz com que sejam necessárias doses menores e uma indução mais lenta para evitar complicações, como depressão respiratória e delirium pós-operatório.
Analisando as alternativas:
- A alternativa "a" sugere sedação leve com benzodiazepínicos para evitar delirium, porém benzodiazepínicos tendem a aumentar o risco de delirium em idosos, o que é contraproducente.
- A alternativa "b" fala em manter doses padrão, mas devido às alterações na farmacocinética e farmacodinâmica no idoso, manter doses habituais pode ser perigoso.
- A alternativa "c" recomenda anestesia geral com indução lenta e redução das doses, que é justamente a conduta adequada para minimizar riscos anestésicos em idosos.
- A alternativa "d" sugere associar medicamentos acreditando em rápida metabolização, que na realidade ocorre o contrário, pois o metabolismo geralmente está diminuído nos idosos.
Portanto, a melhor conduta para minimizar os riscos anestésicos relacionados à idade é a redução das doses e a indução lenta, adaptando a anestesia às alterações farmacodinâmicas do paciente idoso, conforme descrito na alternativa c.