Equipe Gabarite
EQUIPE
06/10/2026 • 20:01
Esta questão aborda a seleção adequada de pacientes para técnicas minimamente invasivas de derivação urinária envolvendo alças ileais, como parte das intervenções cirúrgicas para casos como neoplasias de bexiga. É importante lembrar que a escolha do paciente depende de vários fatores, incluindo condições prévias que possam interferir na manipulação intestinal e na recuperação cirúrgica.
A derivação urinária com uso do íleo requer que esse segmento intestinal esteja intacto e funcional. Pacientes que passaram por intensas radioterapias pélvicas, como na alternativa (a), podem apresentar fibrose e vascularização comprometida, aumentando riscos de complicações, o que pode contra-indicar a técnica minimamente invasiva.
Já a alternativa (b) refere-se a pacientes jovens com doença inflamatória intestinal. Considerando que a doença inflamatória intestinal pode afetar o íleo diretamente (especialmente a doença de Crohn), o uso desse segmento não é recomendado para derivação, portanto, esse paciente é um candidato inadequado.
Na alternativa (c), temos um idoso hipertenso com creatinina elevada (2 mg/dL), o que indica algum grau de insuficiência renal. Embora este fator não seja ideal, não contraindica necessariamente o procedimento minimamente invasivo, sendo possível adaptá-lo, desde que haja avaliação cuidadosa da função renal e do risco cirúrgico.
Por fim, a alternativa (d) menciona pacientes com cirurgia abdominal prévia que envolveram grande ressecção de jejuno. Tal situação compromete a absorção e a disponibilidade de alças intestinais adequadas para a derivação urinária. Além disso, a presença de aderências e alterações anatômicas prévias pode dificultar a técnica minimamente invasiva.
Diante disso, o paciente ideal para essa abordagem minimamente invasiva com manipulação de alça ileal é aquele que não possui os impedimentos citados, ou seja, o idoso hipertenso com creatinina de 2 mg/dL (alternativa c), desde que esteja clinicamente estável para o procedimento.
Gabarito: c
A derivação urinária com uso do íleo requer que esse segmento intestinal esteja intacto e funcional. Pacientes que passaram por intensas radioterapias pélvicas, como na alternativa (a), podem apresentar fibrose e vascularização comprometida, aumentando riscos de complicações, o que pode contra-indicar a técnica minimamente invasiva.
Já a alternativa (b) refere-se a pacientes jovens com doença inflamatória intestinal. Considerando que a doença inflamatória intestinal pode afetar o íleo diretamente (especialmente a doença de Crohn), o uso desse segmento não é recomendado para derivação, portanto, esse paciente é um candidato inadequado.
Na alternativa (c), temos um idoso hipertenso com creatinina elevada (2 mg/dL), o que indica algum grau de insuficiência renal. Embora este fator não seja ideal, não contraindica necessariamente o procedimento minimamente invasivo, sendo possível adaptá-lo, desde que haja avaliação cuidadosa da função renal e do risco cirúrgico.
Por fim, a alternativa (d) menciona pacientes com cirurgia abdominal prévia que envolveram grande ressecção de jejuno. Tal situação compromete a absorção e a disponibilidade de alças intestinais adequadas para a derivação urinária. Além disso, a presença de aderências e alterações anatômicas prévias pode dificultar a técnica minimamente invasiva.
Diante disso, o paciente ideal para essa abordagem minimamente invasiva com manipulação de alça ileal é aquele que não possui os impedimentos citados, ou seja, o idoso hipertenso com creatinina de 2 mg/dL (alternativa c), desde que esteja clinicamente estável para o procedimento.
Gabarito: c