O ósmio (Z = 76) é um metal de transição extremamente denso (≈ 22,6 g·cm⁻³), ...

O ósmio (Z = 76) é um metal de transição extremamente denso (≈ 22,6 g·cm⁻³), com elevado ponto de fusão (≈ 3033 °C) e grande dureza. Na crosta terrestre é considerado raro, geralmente encontrado as...


publicidade
O ósmio (Z = 76) é um metal de transição extremamente denso (≈ 22,6 g·cm⁻³), com elevado ponto de fusão (≈ 3033 °C) e grande dureza. Na crosta terrestre é considerado raro, geralmente encontrado associado à platina e ao irídio, em minerais como a osmirídio. Os maiores produtores estão localizados principalmente na Rússia, África do Sul e Canadá, países com grandes reservas de platina, das quais o ósmio é extraído como subproduto. Devido à sua resistência ao desgaste, é empregado em ligas metálicas especiais, em agulhas de toca-discos e instrumentos de precisão, em contatos elétricos duráveis e como catalisador em síntese orgânica. Considerando suas características, posição na Tabela Periódica e a distribuição eletrônica em ordem crescente de energia, assinale a alternativa correta.
Analisando...
publicidade

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

Criar conta grátis
  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    06/10/2026 • 14:02
    Vamos falar sobre configuração eletrônica, que é como os elétrons se organizam nos átomos em níveis de energia, importante para entender as propriedades dos elementos, como o ósmio, um metal de transição. O ósmio tem número atômico 76, e sua configuração eletrônica segue regras específicas para maximizar a estabilidade, como o preenchimento de orbitais s antes dos d e a regra de Hund para o emparelhamento dos elétrons.

    A configuração eletrônica do ósmio é [Xe] 4f14 5d6 6s2. Isso significa que o orbital 6s é preenchido antes do 5d. O princípio geral é que o orbital s do nível mais energético (6s) é preenchido primeiro, seguido do orbital d (5d) correspondente para os metais de transição. Além disso, não há transferência parcial significativa de elétrons de 6s para 5d como nas exceções (exemplo Cr e Cu), e o orbital s não fica vazio como no paládio que realmente tem 4d10 5s0.

    Vamos analisar as alternativas:
    (a) incorreta porque o orbital s do nível mais energético é preenchido antes de d.
    (b) correta, pois os elétrons preenchem primeiro o orbital s do nível mais externo, depois os orbitais d, o que é típico de metais de transição como ósmio.
    (c) incorreta, pois a transferência parcial de elétrons do s para d ocorre em poucos casos (Cr, Cu), não no ósmio.
    (d) incorreta, porque o ósmio não apresenta um orbital s vazio nem um d do penúltimo nível cheio, isso é particular do paládio.

    Portanto, a alternativa correta é a (b).
publicidade
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.