Ingrid Nunes
EQUIPE
06/10/2026 • 13:02
Vamos falar sobre os bisfosfonatos, um grupo de medicamentos usados para tratar doenças ósseas como o mieloma múltiplo, câncer metastático, doença de Paget e osteogênese imperfeita. Apesar da eficácia, alguns pacientes desenvolveram uma complicação chamada osteonecrose dos maxilares associada ao uso desses medicamentos.
Essa osteonecrose é caracterizada pela exposição do osso na região dos maxilares que persiste por um tempo e não cicatriza, podendo causar infecção e dor. O diagnóstico requer que o osso esteja exposto por pelo menos 8 semanas, não apenas 4 como menciona a alternativa a, coadunando com os critérios da literatura.
Sobre a incidência, o risco é maior quando os bisfosfonatos são administrados por via intravenosa, tipicamente usado em pacientes oncológicos, em comparação à via oral, usada em tratamentos para osteoporose – logo, a alternativa b está incorreta.
Quanto à suspensão dos bisfosfonatos antes de cirurgias dentárias, existe recomendação para avaliar risco e necessidade de pausa, especialmente além de 3 anos de uso, e tal decisão deve envolver comunicação entre dentista e médico para uma avaliação cuidadosa. Isso faz a alternativa d correta, porque recomenda a suspensão e a comunicação multidisciplinar. Já a alternativa c está errada porque fala em suspensão sem necessidade de comunicação, o que não é a conduta apropriada.
Sobre o protocolo da American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons de 2009, no Estágio 2 realmente inclui exposição óssea com dor e infecção, mas fístula extraoral não é um critério, assim como fratura patológica não é comum nesse estágio, portanto a alternativa e está incorreta.
Assim, a única alternativa correta e que está de acordo com as recomendações atuais é a alternativa d.
Essa osteonecrose é caracterizada pela exposição do osso na região dos maxilares que persiste por um tempo e não cicatriza, podendo causar infecção e dor. O diagnóstico requer que o osso esteja exposto por pelo menos 8 semanas, não apenas 4 como menciona a alternativa a, coadunando com os critérios da literatura.
Sobre a incidência, o risco é maior quando os bisfosfonatos são administrados por via intravenosa, tipicamente usado em pacientes oncológicos, em comparação à via oral, usada em tratamentos para osteoporose – logo, a alternativa b está incorreta.
Quanto à suspensão dos bisfosfonatos antes de cirurgias dentárias, existe recomendação para avaliar risco e necessidade de pausa, especialmente além de 3 anos de uso, e tal decisão deve envolver comunicação entre dentista e médico para uma avaliação cuidadosa. Isso faz a alternativa d correta, porque recomenda a suspensão e a comunicação multidisciplinar. Já a alternativa c está errada porque fala em suspensão sem necessidade de comunicação, o que não é a conduta apropriada.
Sobre o protocolo da American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons de 2009, no Estágio 2 realmente inclui exposição óssea com dor e infecção, mas fístula extraoral não é um critério, assim como fratura patológica não é comum nesse estágio, portanto a alternativa e está incorreta.
Assim, a única alternativa correta e que está de acordo com as recomendações atuais é a alternativa d.