Equipe Gabarite
EQUIPE
06/10/2026 • 13:02
Vamos falar sobre contraindicações sistêmicas para cirurgias eletivas, como extração dentária. Contraindicações sistêmicas são condições gerais de saúde do paciente que podem colocar em risco a realização da cirurgia. Estas contraindicações indicam que a cirurgia deve ser adiada até que o quadro clínico do paciente esteja controlado ou estabilizado, para evitar complicações graves.
No caso das cirurgias eletivas odontológicas, como extrações, contraindicações sistêmicas clássicas que indicam adiamento incluem infecções respiratórias ativas, hipertensão arterial grave (com pressão sistólica ≥ 200 mmHg ou diastólica ≥ 110 mmHg), angina instável, insuficiência cardíaca descompensada e outras condições que comprometem o sistema cardiovascular ou imunológico do paciente. O objetivo é garantir a segurança do paciente, evitando riscos de infarto, infecções sistêmicas ou hemorragias durante o procedimento.
Analisando as opções:
- A menciona infecção respiratória, que é contraindicação sistêmica, mas inclui pericoronarite e tumor maligno, que são locais.
- B menciona marcapassos (que não são contraindicação absoluta), insuficiência cardíaca descompensada (sim, contraindicação sistêmica) e história de radiação (que é um fator local).
- C traz hipertensão grave, infecção respiratória e angina instável, todas contraindicações sistêmicas conhecidas para adiar cirurgias eletivas.
- D fala de diabetes mal controlado (correto), uso de varfarina com INR elevado (potencial risco de sangramento, importante, mas nem sempre contraindicação absoluta para adiar) e idade avançada (não contraindicação direta).
- E fala de plaquetas baixíssimas (problema local/sistêmico para coagulação), angina instável (sistêmica) e abscesso com trismo (local).
A opção que melhor apresenta contraindicações sistêmicas para adiar cirurgia eletiva, de acordo com literatura e o autor mencionado, é a letra C.
Gabarito: C
No caso das cirurgias eletivas odontológicas, como extrações, contraindicações sistêmicas clássicas que indicam adiamento incluem infecções respiratórias ativas, hipertensão arterial grave (com pressão sistólica ≥ 200 mmHg ou diastólica ≥ 110 mmHg), angina instável, insuficiência cardíaca descompensada e outras condições que comprometem o sistema cardiovascular ou imunológico do paciente. O objetivo é garantir a segurança do paciente, evitando riscos de infarto, infecções sistêmicas ou hemorragias durante o procedimento.
Analisando as opções:
- A menciona infecção respiratória, que é contraindicação sistêmica, mas inclui pericoronarite e tumor maligno, que são locais.
- B menciona marcapassos (que não são contraindicação absoluta), insuficiência cardíaca descompensada (sim, contraindicação sistêmica) e história de radiação (que é um fator local).
- C traz hipertensão grave, infecção respiratória e angina instável, todas contraindicações sistêmicas conhecidas para adiar cirurgias eletivas.
- D fala de diabetes mal controlado (correto), uso de varfarina com INR elevado (potencial risco de sangramento, importante, mas nem sempre contraindicação absoluta para adiar) e idade avançada (não contraindicação direta).
- E fala de plaquetas baixíssimas (problema local/sistêmico para coagulação), angina instável (sistêmica) e abscesso com trismo (local).
A opção que melhor apresenta contraindicações sistêmicas para adiar cirurgia eletiva, de acordo com literatura e o autor mencionado, é a letra C.
Gabarito: C