Matheus Fernandes
EQUIPE
06/10/2026 • 12:02
Esta questão aborda o conceito de analgesia preventiva em endodontia, tema importante para controlar dor e inflamação após procedimentos dentários. A analgesia preventiva visa administrar medicamentos antes mesmo de a dor aparecer, minimizando sua intensidade e duração pós-operatória.
Vamos analisar as opções:
A alternativa 'a' indica dipirona sódica 50 mg a cada 6 horas durante 24 horas. A dose está incorreta, pois a dipirona costuma ser usada em dosagem maior (geralmente 500 mg a 1 g por dose) para analgesia efetiva. Portanto, essa dose é inadequada.
A alternativa 'b' menciona infiltração submucosa de dexametasona (4 mg/mL). Corticoides como a dexametasona são usados para reduzir inflamação, porém a via submucosa na região apical não é rotina para analgesia preventiva, e o uso profilático em endodontia não é comum nesta forma.
A alternativa 'c' fala da administração sublingual de cetorolaco trometamina 10 mg. O cetorolaco é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) potente, usado para analgesia moderada a intensa, e a via sublingual permite rápido início de ação, sendo indicado para analgesia preventiva em tratamentos odontológicos. Essa alternativa é correta.
A alternativa 'd' cita infiltração local de anestésico mepivacaína com epinefrina, que é uma anestesia local, não analgesia preventiva via medicamentos orais ou parenterais; portanto não se enquadra como regime de analgesia preventiva.
A alternativa 'e' sugere sedação oral com benzodiazepínicos, usados para ansiedade e sedação, não para analgesia preventiva efetiva.
Assim, a melhor opção é a 'c', que descreve um regime adequado e comum de analgesia preventiva em endodontia, utilizando cetorolaco trometamina por via sublingual.
Vamos analisar as opções:
A alternativa 'a' indica dipirona sódica 50 mg a cada 6 horas durante 24 horas. A dose está incorreta, pois a dipirona costuma ser usada em dosagem maior (geralmente 500 mg a 1 g por dose) para analgesia efetiva. Portanto, essa dose é inadequada.
A alternativa 'b' menciona infiltração submucosa de dexametasona (4 mg/mL). Corticoides como a dexametasona são usados para reduzir inflamação, porém a via submucosa na região apical não é rotina para analgesia preventiva, e o uso profilático em endodontia não é comum nesta forma.
A alternativa 'c' fala da administração sublingual de cetorolaco trometamina 10 mg. O cetorolaco é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) potente, usado para analgesia moderada a intensa, e a via sublingual permite rápido início de ação, sendo indicado para analgesia preventiva em tratamentos odontológicos. Essa alternativa é correta.
A alternativa 'd' cita infiltração local de anestésico mepivacaína com epinefrina, que é uma anestesia local, não analgesia preventiva via medicamentos orais ou parenterais; portanto não se enquadra como regime de analgesia preventiva.
A alternativa 'e' sugere sedação oral com benzodiazepínicos, usados para ansiedade e sedação, não para analgesia preventiva efetiva.
Assim, a melhor opção é a 'c', que descreve um regime adequado e comum de analgesia preventiva em endodontia, utilizando cetorolaco trometamina por via sublingual.