Segundo Andrade (2014), antes do tratamento ou do retratamento endodôntico de...

Segundo Andrade (2014), antes do tratamento ou do retratamento endodôntico de elementos dentários assintomáticos, muitas vezes o Endodontista pode não achar necessário o uso pré-operatório de analg...


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Segundo Andrade (2014), antes do tratamento ou do retratamento endodôntico de elementos dentários assintomáticos, muitas vezes o Endodontista pode não achar necessário o uso pré-operatório de analgésicos ou anti-inflamatórios. Entretanto, ao final do procedimento, pode mudar de ideia, em função de alguma intercorrência que não foi prevista. Assinale abaixo a opção que constitui um regime correto de analgesia preventiva.
Analisando...
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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    06/10/2026 • 12:02
    Esta questão aborda o conceito de analgesia preventiva em endodontia, tema importante para controlar dor e inflamação após procedimentos dentários. A analgesia preventiva visa administrar medicamentos antes mesmo de a dor aparecer, minimizando sua intensidade e duração pós-operatória.

    Vamos analisar as opções:

    A alternativa 'a' indica dipirona sódica 50 mg a cada 6 horas durante 24 horas. A dose está incorreta, pois a dipirona costuma ser usada em dosagem maior (geralmente 500 mg a 1 g por dose) para analgesia efetiva. Portanto, essa dose é inadequada.

    A alternativa 'b' menciona infiltração submucosa de dexametasona (4 mg/mL). Corticoides como a dexametasona são usados para reduzir inflamação, porém a via submucosa na região apical não é rotina para analgesia preventiva, e o uso profilático em endodontia não é comum nesta forma.

    A alternativa 'c' fala da administração sublingual de cetorolaco trometamina 10 mg. O cetorolaco é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) potente, usado para analgesia moderada a intensa, e a via sublingual permite rápido início de ação, sendo indicado para analgesia preventiva em tratamentos odontológicos. Essa alternativa é correta.

    A alternativa 'd' cita infiltração local de anestésico mepivacaína com epinefrina, que é uma anestesia local, não analgesia preventiva via medicamentos orais ou parenterais; portanto não se enquadra como regime de analgesia preventiva.

    A alternativa 'e' sugere sedação oral com benzodiazepínicos, usados para ansiedade e sedação, não para analgesia preventiva efetiva.

    Assim, a melhor opção é a 'c', que descreve um regime adequado e comum de analgesia preventiva em endodontia, utilizando cetorolaco trometamina por via sublingual.
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