Marcos de Castro
EQUIPE
06/10/2026 • 11:02
Vamos falar um pouco sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade, o famoso TDAH, que é um tema bastante comum em questões de concursos na área de saúde e educação.
Primeiramente, o tratamento medicamentoso, geralmente com psicoestimulantes, é realmente eficaz para diminuir os sintomas centrais do TDAH, como desatenção e hiperatividade. Porém, afirmar que ele é mais eficaz que todas as terapias adjuvantes não é totalmente correto, pois o tratamento é multidisciplinar e as abordagens devem ser complementares.
Quanto à presença dos sintomas, para o diagnóstico de TDAH, é fundamental que os sinais estejam presentes em pelo menos dois ambientes diferentes (por exemplo, casa e escola), mas não é necessário que estejam presentes o tempo todo durante a avaliação clínica, pois os sintomas podem flutuar.
Sobre a associação com transtornos de humor ou ansiedade, a prática clínica recomenda que, quando estes estiverem presentes, o tratamento inicial foque nesses transtornos, pois eles podem piorar os sintomas de TDAH ou interferir na resposta ao tratamento.
Por fim, a dosagem dos psicoestimulantes costuma ser ajustada com base no efeito clínico e tolerância aos efeitos colaterais, e não apenas baseada no peso da criança, o que torna o ajuste individualizado.
Analisando as alternativas, a alternativa b) está incorreta pois diz que a ausência de sintomas no momento da avaliação exclui o diagnóstico, o que não é verdade. Assim, a alternativa b) é a INCORRETA.
Primeiramente, o tratamento medicamentoso, geralmente com psicoestimulantes, é realmente eficaz para diminuir os sintomas centrais do TDAH, como desatenção e hiperatividade. Porém, afirmar que ele é mais eficaz que todas as terapias adjuvantes não é totalmente correto, pois o tratamento é multidisciplinar e as abordagens devem ser complementares.
Quanto à presença dos sintomas, para o diagnóstico de TDAH, é fundamental que os sinais estejam presentes em pelo menos dois ambientes diferentes (por exemplo, casa e escola), mas não é necessário que estejam presentes o tempo todo durante a avaliação clínica, pois os sintomas podem flutuar.
Sobre a associação com transtornos de humor ou ansiedade, a prática clínica recomenda que, quando estes estiverem presentes, o tratamento inicial foque nesses transtornos, pois eles podem piorar os sintomas de TDAH ou interferir na resposta ao tratamento.
Por fim, a dosagem dos psicoestimulantes costuma ser ajustada com base no efeito clínico e tolerância aos efeitos colaterais, e não apenas baseada no peso da criança, o que torna o ajuste individualizado.
Analisando as alternativas, a alternativa b) está incorreta pois diz que a ausência de sintomas no momento da avaliação exclui o diagnóstico, o que não é verdade. Assim, a alternativa b) é a INCORRETA.