David Castilho
EQUIPE
06/10/2026 • 10:02
Vamos falar sobre as tonsilas palatinas e faríngeas, que fazem parte do sistema linfóide e desempenham um papel importante na defesa imunológica, especialmente na infância. É comum que essas estruturas cresçam fisiologicamente durante os primeiros anos de vida, chegando ao pico da hipertrofia em torno dos 4 anos, e depois reduzam de tamanho após a puberdade, isso é chamado de involução.
Agora, focando na hipertrofia dessas tonsilas, ela pode sim causar obstrução das vias aéreas superiores, e uma das consequências mais importantes dessa obstrução em crianças é a apneia obstrutiva do sono. Portanto, a alternativa (a) está correta, pois a hipertrofia tonsilar é uma das principais causas de apneia obstrutiva do sono.
Quanto à classificação de Brodsky das tonsilas palatinas, ela mede o grau de obstrução orofaríngea pelas amígdalas, onde o grau I corresponde a amígdalas ocupando menos de 25% do espaço entre os pilares e o grau II menos de 50%. Geralmente, graus mais elevados, como III e IV, são considerados obstrutivos, enquanto I e II não são tipicamente classificados assim. Por isso, a alternativa (b) apresenta um erro e é incorreta.
Já a alternativa (c) indica que o aumento brusco e unilateral das amígdalas pode sugerir uma neoplasia, como linfoma, o que é correto, pois normalmente a hipertrofia tumoral tende a ser unilateral e rápida.
Por fim, a alternativa (d) destaca que pacientes com obstrução nasal crônica apresentam maior prevalência de alterações dentárias tipo classe II de Angle e atresia maxilar, o que é comprovado na literatura, porque a respiração oral influencia no desenvolvimento craniofacial.
Dessa forma, a alternativa incorreta é a b.
Agora, focando na hipertrofia dessas tonsilas, ela pode sim causar obstrução das vias aéreas superiores, e uma das consequências mais importantes dessa obstrução em crianças é a apneia obstrutiva do sono. Portanto, a alternativa (a) está correta, pois a hipertrofia tonsilar é uma das principais causas de apneia obstrutiva do sono.
Quanto à classificação de Brodsky das tonsilas palatinas, ela mede o grau de obstrução orofaríngea pelas amígdalas, onde o grau I corresponde a amígdalas ocupando menos de 25% do espaço entre os pilares e o grau II menos de 50%. Geralmente, graus mais elevados, como III e IV, são considerados obstrutivos, enquanto I e II não são tipicamente classificados assim. Por isso, a alternativa (b) apresenta um erro e é incorreta.
Já a alternativa (c) indica que o aumento brusco e unilateral das amígdalas pode sugerir uma neoplasia, como linfoma, o que é correto, pois normalmente a hipertrofia tumoral tende a ser unilateral e rápida.
Por fim, a alternativa (d) destaca que pacientes com obstrução nasal crônica apresentam maior prevalência de alterações dentárias tipo classe II de Angle e atresia maxilar, o que é comprovado na literatura, porque a respiração oral influencia no desenvolvimento craniofacial.
Dessa forma, a alternativa incorreta é a b.