David Castilho
EQUIPE
06/10/2026 • 09:02
Vamos falar sobre um tema muito importante e atual na cardiologia: o uso dos inibidores do cotransportador de sódio e glicose tipo 2 (iSGLT2) no tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER). Esses medicamentos, originalmente usados para diabetes, ganharam destaque justamente por seus benefícios também na insuficiência cardíaca, reduzindo hospitalizações e mortalidade.
Hoje, as diretrizes internacionais e brasileiras recomendam o início dos iSGLT2 em pacientes com ICFER, independentemente da presença de diabetes, pois o benefício cardíaco está bem estabelecido. Além disso, é recomendado que esses medicamentos sejam iniciados em pacientes já em terapia otimizada, ou seja, com betabloqueadores, bloqueadores do sistema renina-angiotensina (IECA, BRA ou sacubitril/valsartana) e antagonistas da aldosterona, que são as bases do tratamento da insuficiência cardíaca.
Respondendo à questão, isso elimina a opção A, que sugere uso mesmo em pacientes assintomáticos, e também a opção B, que limita apenas aos pacientes diabéticos. A opção C está incorreta porque inclui medicamentos (hidralazina + nitrato e ivabradina) que não são pré-requisitos para iniciar iSGLT2. A opção D é a que mais se aproxima das recomendações atuais: iniciar os iSGLT2 em todos os pacientes sintomáticos, diabéticos ou não, com a terapia médica já otimizada.
Portanto, o gabarito correto é letra D.
Hoje, as diretrizes internacionais e brasileiras recomendam o início dos iSGLT2 em pacientes com ICFER, independentemente da presença de diabetes, pois o benefício cardíaco está bem estabelecido. Além disso, é recomendado que esses medicamentos sejam iniciados em pacientes já em terapia otimizada, ou seja, com betabloqueadores, bloqueadores do sistema renina-angiotensina (IECA, BRA ou sacubitril/valsartana) e antagonistas da aldosterona, que são as bases do tratamento da insuficiência cardíaca.
Respondendo à questão, isso elimina a opção A, que sugere uso mesmo em pacientes assintomáticos, e também a opção B, que limita apenas aos pacientes diabéticos. A opção C está incorreta porque inclui medicamentos (hidralazina + nitrato e ivabradina) que não são pré-requisitos para iniciar iSGLT2. A opção D é a que mais se aproxima das recomendações atuais: iniciar os iSGLT2 em todos os pacientes sintomáticos, diabéticos ou não, com a terapia médica já otimizada.
Portanto, o gabarito correto é letra D.