Equipe Gabarite
EQUIPE
06/10/2026 • 06:02
Essa questão aborda o manejo e estratificação de risco no carcinoma papilífero de tireoide, um tema importante para o entendimento do prognóstico e planejamento terapêutico. O primeiro passo é analisar as características da paciente e do tumor, considerando as classificações TIRADS, Bethesda, e os achados anatomopatológicos.
A paciente tem um nódulo de 4,2 cm, classificado como TIRADS4 e Bethesda III, indicando alguma suspeita de malignidade, confirmado pela cirurgia e exame histopatológico que mostrou carcinoma papilífero subtipo folicular. A presença de extensão extratireoidiana microscópica anterior e sete linfonodos metastáticos (três no compartimento lateral, com extensão extranodal no maior foco) sugere um tumor mais agressivo.
Na estratificação de risco para câncer de tireoide, extensão extratireoidiana e metástases em linfonodos aumentam o risco para recorrência. A extensão extranodal também é fator de pior prognóstico. Portanto, essa paciente apresenta características que a colocam em risco alto, segundo as diretrizes da American Thyroid Association (ATA).
Quanto à resposta ao tratamento, a dosagem de tireoglobulina (TG) basal pós-adjuvância é de 2,1 ng/mL, e a ultrassonografia de controle está sem lesões suspeitas. A resposta estrutural seria relacionada a presença ou ausência de lesões detectáveis; neste caso a US está negativa, indicando ausência de resposta estrutural incompleta. Porém, a TG detectável sugere que a resposta bioquímica não é completamente satisfatória (resposta bioquímica incompleta), pois valores elevados indicam possível doença residual ou recorrente.
Assim, o cenário correto é paciente de risco alto, com resposta bioquímica incompleta, correspondente à alternativa b).
A paciente tem um nódulo de 4,2 cm, classificado como TIRADS4 e Bethesda III, indicando alguma suspeita de malignidade, confirmado pela cirurgia e exame histopatológico que mostrou carcinoma papilífero subtipo folicular. A presença de extensão extratireoidiana microscópica anterior e sete linfonodos metastáticos (três no compartimento lateral, com extensão extranodal no maior foco) sugere um tumor mais agressivo.
Na estratificação de risco para câncer de tireoide, extensão extratireoidiana e metástases em linfonodos aumentam o risco para recorrência. A extensão extranodal também é fator de pior prognóstico. Portanto, essa paciente apresenta características que a colocam em risco alto, segundo as diretrizes da American Thyroid Association (ATA).
Quanto à resposta ao tratamento, a dosagem de tireoglobulina (TG) basal pós-adjuvância é de 2,1 ng/mL, e a ultrassonografia de controle está sem lesões suspeitas. A resposta estrutural seria relacionada a presença ou ausência de lesões detectáveis; neste caso a US está negativa, indicando ausência de resposta estrutural incompleta. Porém, a TG detectável sugere que a resposta bioquímica não é completamente satisfatória (resposta bioquímica incompleta), pois valores elevados indicam possível doença residual ou recorrente.
Assim, o cenário correto é paciente de risco alto, com resposta bioquímica incompleta, correspondente à alternativa b).