Equipe Gabarite
EQUIPE
06/10/2026 • 04:02
Vamos analisar o caso clínico para entender melhor a situação e a conduta indicada. O paciente é jovem, com um aumento de linfonodo cervical direito doloroso, de início súbito, acompanhando febre baixa e odinofagia discreta. O linfonodo é móvel, doloroso, sem alterações na pele ao redor, e não há outras linfadenopatias palpáveis nem sinais sistêmicos preocupantes como sudorese noturna, emagrecimento ou febre alta persistente. Isso sugere uma linfadenite inflamatória, provavelmente causada por infecção viral ou bacteriana leve, comum em pacientes jovens.
Dada a apresentação aguda, a melhor conduta inicial é o manejo conservador com analgesia (para controlar a dor) e observação clínica, já que muitos desses linfonodos aumentados por infecções virais tendem a regredir espontaneamente. O monitoramento inclui reavaliação precoce para garantir que o quadro evolua bem e nenhum sinal de complicação ou outra doença mais grave apareça.
Excisão cirúrgica ou biópsia definitiva (alternativa a) não é indicada imediatamente, pois procedimentos invasivos são reservados para casos mais crônicos, sem melhora com tratamento, ou quando há suspeita de malignidade ou doenças granulomatosas. O PET-CT (alternativa c) é exagerado neste momento, devido a alta complexidade, custo e baixa suspeita clínica de tumor.
O início imediato de antibióticos intravenosos de amplo espectro (alternativa d) também não é adequado, pois não há sinais de infecção bacteriana grave e nem indicação de via intravenosa no momento inicial. O uso de antibióticos deve ser criterioso e, neste caso, muitas vezes pode nem ser necessário sem comprovação de infecção bacteriana mais clara.
Punção aspirativa com agulha fina (alternativa e) não é o procedimento inicial padrão para linfonodomegalia aguda e dolorosa com sinais de inflamação recente. Essa técnica é mais utilizada em linfonodos cronicamente aumentados, indolores, ou quando se deseja excluir malignidade.
Portanto, a conduta correta, considerando o cenário clínico, é analgesia, observação clínica e reavaliação precoce para garantir que o caso evolua sem complicações.
Gabarito: b
Dada a apresentação aguda, a melhor conduta inicial é o manejo conservador com analgesia (para controlar a dor) e observação clínica, já que muitos desses linfonodos aumentados por infecções virais tendem a regredir espontaneamente. O monitoramento inclui reavaliação precoce para garantir que o quadro evolua bem e nenhum sinal de complicação ou outra doença mais grave apareça.
Excisão cirúrgica ou biópsia definitiva (alternativa a) não é indicada imediatamente, pois procedimentos invasivos são reservados para casos mais crônicos, sem melhora com tratamento, ou quando há suspeita de malignidade ou doenças granulomatosas. O PET-CT (alternativa c) é exagerado neste momento, devido a alta complexidade, custo e baixa suspeita clínica de tumor.
O início imediato de antibióticos intravenosos de amplo espectro (alternativa d) também não é adequado, pois não há sinais de infecção bacteriana grave e nem indicação de via intravenosa no momento inicial. O uso de antibióticos deve ser criterioso e, neste caso, muitas vezes pode nem ser necessário sem comprovação de infecção bacteriana mais clara.
Punção aspirativa com agulha fina (alternativa e) não é o procedimento inicial padrão para linfonodomegalia aguda e dolorosa com sinais de inflamação recente. Essa técnica é mais utilizada em linfonodos cronicamente aumentados, indolores, ou quando se deseja excluir malignidade.
Portanto, a conduta correta, considerando o cenário clínico, é analgesia, observação clínica e reavaliação precoce para garantir que o caso evolua sem complicações.
Gabarito: b