David Castilho
EQUIPE
06/10/2026 • 04:02
Quando falamos sobre o estadiamento local do câncer esofágico, é fundamental identificar até onde o tumor se infiltrou na parede do esôfago e se houve envolvimento dos linfonodos ao redor. Para isso, diversos exames de imagem são utilizados na prática médica.
A ressonância magnética de tórax, embora útil para avaliação de estruturas moles, não é o exame padrão para essa situação específica. O PET-CT com 18F-FDG é excelente para detectar metástases, ou seja, a disseminação da doença para outras partes do corpo, mas não tem precisão suficiente para detalhar a profundidade da invasão local nem avaliação detalhada dos linfonodos peri-esofágicos. A endoscopia digestiva alta com biópsia é fundamental para o diagnóstico definitivo do câncer, pois permite a visualização direta e retirada de material para análise, mas não serve para o estadiamento local em si.
A tomografia computadorizada de tórax com contraste é muito utilizada para avaliar a extensão da doença em estruturas próximas e linfonodos, mas sua capacidade de distinguir camadas da parede do esôfago e avaliar invasão local detalhada é limitada. Já a ecoendoscopia esofágica (EUS) combina a endoscopia com ultrassonografia, permitindo avaliar camadas da parede esofágica e linfonodos próximos com alta resolução, sendo, portanto, o exame padrão-ouro para estadiamento local do câncer esofágico.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra d) Ecoendoscopia Esofágica (EUS).
A ressonância magnética de tórax, embora útil para avaliação de estruturas moles, não é o exame padrão para essa situação específica. O PET-CT com 18F-FDG é excelente para detectar metástases, ou seja, a disseminação da doença para outras partes do corpo, mas não tem precisão suficiente para detalhar a profundidade da invasão local nem avaliação detalhada dos linfonodos peri-esofágicos. A endoscopia digestiva alta com biópsia é fundamental para o diagnóstico definitivo do câncer, pois permite a visualização direta e retirada de material para análise, mas não serve para o estadiamento local em si.
A tomografia computadorizada de tórax com contraste é muito utilizada para avaliar a extensão da doença em estruturas próximas e linfonodos, mas sua capacidade de distinguir camadas da parede do esôfago e avaliar invasão local detalhada é limitada. Já a ecoendoscopia esofágica (EUS) combina a endoscopia com ultrassonografia, permitindo avaliar camadas da parede esofágica e linfonodos próximos com alta resolução, sendo, portanto, o exame padrão-ouro para estadiamento local do câncer esofágico.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra d) Ecoendoscopia Esofágica (EUS).