Camila Duarte
EQUIPE
06/10/2026 • 04:02
Vamos falar sobre hemorragia digestiva baixa, uma situação grave que pode acontecer, especialmente em idosos. Quando o paciente apresenta sangramento retal volumoso com sangue vermelho vivo, isso indica que a origem provavelmente é no cólon ou reto, ou seja, hemorragia baixa. A instabilidade hemodinâmica e a queda do hematócrito sugerem que o sangramento é ativo e significativo, exigindo rápida intervenção para localização e controle do foco.
A primeira ideia pode ser fazer uma investigação rápida para localizar a fonte do sangramento. A endoscopia digestiva alta (a opção a) é importante para excluir sangramento alto, mas como o sangue é vermelho vivo e o quadro apresenta hemodinâmica instável, provavelmente a origem é baixa, então ela não é a melhor abordagem inicial para controle urgente.
A colectomia subtotal (b) é uma cirurgia de grande porte e, na emergência, sem localização clara do sangramento, não é a abordagem imediata correta.
A colonoscopia de urgência (d) depende do preparo intestinal, que demora horas, e pode não ser viável em paciente instável, além do sangramento ativo volumoso atrapalhar a visualização.
A tomografia com protocolo de angiografia mesentérica (c) é uma boa ferramenta para localizar sangramento ativo, mas não possibilita o controle imediato.
A angiografia mesentérica diagnóstica com possibilidade de embolização (e) permite não só localizar a fonte do sangramento, mas também tratá-lo clinicamente com embolização. Essa é a conduta preferida em pacientes com sangramento volumoso e instabilidade hemodinâmica refratária.
Portanto, a melhor conduta para localização e controle é a angiografia mesentérica com embolização, opção e.
A primeira ideia pode ser fazer uma investigação rápida para localizar a fonte do sangramento. A endoscopia digestiva alta (a opção a) é importante para excluir sangramento alto, mas como o sangue é vermelho vivo e o quadro apresenta hemodinâmica instável, provavelmente a origem é baixa, então ela não é a melhor abordagem inicial para controle urgente.
A colectomia subtotal (b) é uma cirurgia de grande porte e, na emergência, sem localização clara do sangramento, não é a abordagem imediata correta.
A colonoscopia de urgência (d) depende do preparo intestinal, que demora horas, e pode não ser viável em paciente instável, além do sangramento ativo volumoso atrapalhar a visualização.
A tomografia com protocolo de angiografia mesentérica (c) é uma boa ferramenta para localizar sangramento ativo, mas não possibilita o controle imediato.
A angiografia mesentérica diagnóstica com possibilidade de embolização (e) permite não só localizar a fonte do sangramento, mas também tratá-lo clinicamente com embolização. Essa é a conduta preferida em pacientes com sangramento volumoso e instabilidade hemodinâmica refratária.
Portanto, a melhor conduta para localização e controle é a angiografia mesentérica com embolização, opção e.