Paciente do sexo masculino, de 66 anos, obes...

Paciente do sexo masculino, de 66 anos, obeso (IMC: 34 kg/m2), sedentário, refere polidipsia, poliúria e fadiga progressiva há cinco meses. Exames labora...


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Paciente do sexo masculino, de 66 anos, obeso (IMC: 34 kg/m2), sedentário, refere polidipsia, poliúria e fadiga progressiva há cinco meses. Exames laboratoriais revelam glicemia de jejum de 178 mg/dL e hemoglobina glicada (HbA1c) de 8,3%. Não há história de cetoacidose.


A patogenia do presente caso baseia-se em

Analisando...
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    06/10/2026 • 00:02
    Neste caso, estamos diante de um paciente de 66 anos, obeso e sedentário, que apresenta sintomas clássicos de diabetes mellitus, como polidipsia (sede excessiva), poliúria (urinar muito) e fadiga. Seus exames mostram glicemia de jejum elevada (178 mg/dL) e hemoglobina glicada de 8,3%, o que confirma um quadro de diabetes mal controlado. A ausência de cetoacidose dá uma pista importante: não é um quadro típico da diabetes tipo 1, que geralmente envolve uma deficiência absoluta de insulina e pode levar a cetoacidose.

    A diabetes tipo 2, que é mais comum em idosos e em pessoas obesas, tem como base patológica uma resistência periférica à ação da insulina, ou seja, os tecidos do corpo não respondem bem ao hormônio. Além disso, as células beta do pâncreas, que produzem insulina, também começam a funcionar mal ao longo do tempo. Por isso, a hiperglicemia se mantém e piora, mesmo com produção de insulina presente. Esse quadro combina muito com a alternativa d.

    As outras alternativas estão incorretas porque: a) as células alfa produzem glucagon, não insulina; b) destruição autoimune das células beta é característica da diabetes tipo 1; c) a diminuição da produção hepática de glicose insulinodependente não é o centro do problema; e e) ausência absoluta de insulina ocorre na diabetes tipo 1, não na tipo 2.

    Portanto, a resposta correta é a alternativa d.
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