Camila Duarte
EQUIPE
06/10/2026 • 00:02
Neste caso, estamos diante de um paciente de 66 anos, obeso e sedentário, que apresenta sintomas clássicos de diabetes mellitus, como polidipsia (sede excessiva), poliúria (urinar muito) e fadiga. Seus exames mostram glicemia de jejum elevada (178 mg/dL) e hemoglobina glicada de 8,3%, o que confirma um quadro de diabetes mal controlado. A ausência de cetoacidose dá uma pista importante: não é um quadro típico da diabetes tipo 1, que geralmente envolve uma deficiência absoluta de insulina e pode levar a cetoacidose.
A diabetes tipo 2, que é mais comum em idosos e em pessoas obesas, tem como base patológica uma resistência periférica à ação da insulina, ou seja, os tecidos do corpo não respondem bem ao hormônio. Além disso, as células beta do pâncreas, que produzem insulina, também começam a funcionar mal ao longo do tempo. Por isso, a hiperglicemia se mantém e piora, mesmo com produção de insulina presente. Esse quadro combina muito com a alternativa d.
As outras alternativas estão incorretas porque: a) as células alfa produzem glucagon, não insulina; b) destruição autoimune das células beta é característica da diabetes tipo 1; c) a diminuição da produção hepática de glicose insulinodependente não é o centro do problema; e e) ausência absoluta de insulina ocorre na diabetes tipo 1, não na tipo 2.
Portanto, a resposta correta é a alternativa d.
A diabetes tipo 2, que é mais comum em idosos e em pessoas obesas, tem como base patológica uma resistência periférica à ação da insulina, ou seja, os tecidos do corpo não respondem bem ao hormônio. Além disso, as células beta do pâncreas, que produzem insulina, também começam a funcionar mal ao longo do tempo. Por isso, a hiperglicemia se mantém e piora, mesmo com produção de insulina presente. Esse quadro combina muito com a alternativa d.
As outras alternativas estão incorretas porque: a) as células alfa produzem glucagon, não insulina; b) destruição autoimune das células beta é característica da diabetes tipo 1; c) a diminuição da produção hepática de glicose insulinodependente não é o centro do problema; e e) ausência absoluta de insulina ocorre na diabetes tipo 1, não na tipo 2.
Portanto, a resposta correta é a alternativa d.