Matheus Fernandes
EQUIPE
05/10/2026 • 23:02
Essa questão é sobre combustão completa e envolve a determinação da fórmula mínima do composto orgânico, além da sua entalpia molar de combustão. Vamos por partes.
Primeiro, note que a combustão completa transforma o carbono do composto em CO2 e o hidrogênio em água (H2O). Isso nos permite calcular o número de mols de carbono e hidrogênio presentes no composto original.
Dado que foram produzidos 4,4 g de CO2, podemos achar os mols de CO2: 4,4 g / 44 g/mol = 0,1 mol. Cada mol de CO2 contém 1 mol de carbono, então o composto tem 0,1 mol de carbono.
Para a água, 2,7 g de H2O corresponde a 2,7 g / 18 g/mol = 0,15 mol de H2O. Cada mol de água tem 2 mols de hidrogênio, então o número de mols de hidrogênio no composto é 0,15 x 2 = 0,3 mol.
Sabemos que a massa inicial do composto foi 2,3 g. A massa de carbono é 0,1 mol x 12 g/mol = 1,2 g. A massa de hidrogênio é 0,3 mol x 1 g/mol = 0,3 g. A diferença para a massa total (2,3 g - 1,2 g - 0,3 g) = 0,8 g deve ser oxigênio.
O número de mols de oxigênio é 0,8 g / 16 g/mol = 0,05 mol.
O próximo passo é encontrar a fórmula empírica dividindo os mols por aquele menor número entre eles, que é 0,05.
Carbono: 0,1 / 0,05 = 2
Hidrogênio: 0,3 / 0,05 = 6
Oxigênio: 0,05 / 0,05 = 1
Portanto, a fórmula mínima empírica é C2H6O. O número de carbonos da fórmula mínima é 2.
Agora vamos para a entalpia molar de combustão. Dados: energia liberada = 68,4 kJ para 2,3 g do composto. Primeiro, quantos mols tem 2,3 g do composto? A massa molar do composto deve ser calculada: 2 x 12 + 6 x 1 + 1 x 16 = 24 + 6 + 16 = 46 g/mol.
Mols = 2,3 g / 46 g/mol = 0,05 mol.
Se 0,05 mol libera 68,4 kJ, 1 mol libera 68,4 / 0,05 = 1368 kJ (energia liberada, portanto entalpia negativa).
Logo, a entalpia molar de combustão é –1368 kJ/mol.
Assim, a resposta correta é que o número de carbonos da fórmula mínima é 2 e a entalpia molar de combustão é –1368 kJ/mol, correspondendo à alternativa c).
Primeiro, note que a combustão completa transforma o carbono do composto em CO2 e o hidrogênio em água (H2O). Isso nos permite calcular o número de mols de carbono e hidrogênio presentes no composto original.
Dado que foram produzidos 4,4 g de CO2, podemos achar os mols de CO2: 4,4 g / 44 g/mol = 0,1 mol. Cada mol de CO2 contém 1 mol de carbono, então o composto tem 0,1 mol de carbono.
Para a água, 2,7 g de H2O corresponde a 2,7 g / 18 g/mol = 0,15 mol de H2O. Cada mol de água tem 2 mols de hidrogênio, então o número de mols de hidrogênio no composto é 0,15 x 2 = 0,3 mol.
Sabemos que a massa inicial do composto foi 2,3 g. A massa de carbono é 0,1 mol x 12 g/mol = 1,2 g. A massa de hidrogênio é 0,3 mol x 1 g/mol = 0,3 g. A diferença para a massa total (2,3 g - 1,2 g - 0,3 g) = 0,8 g deve ser oxigênio.
O número de mols de oxigênio é 0,8 g / 16 g/mol = 0,05 mol.
O próximo passo é encontrar a fórmula empírica dividindo os mols por aquele menor número entre eles, que é 0,05.
Carbono: 0,1 / 0,05 = 2
Hidrogênio: 0,3 / 0,05 = 6
Oxigênio: 0,05 / 0,05 = 1
Portanto, a fórmula mínima empírica é C2H6O. O número de carbonos da fórmula mínima é 2.
Agora vamos para a entalpia molar de combustão. Dados: energia liberada = 68,4 kJ para 2,3 g do composto. Primeiro, quantos mols tem 2,3 g do composto? A massa molar do composto deve ser calculada: 2 x 12 + 6 x 1 + 1 x 16 = 24 + 6 + 16 = 46 g/mol.
Mols = 2,3 g / 46 g/mol = 0,05 mol.
Se 0,05 mol libera 68,4 kJ, 1 mol libera 68,4 / 0,05 = 1368 kJ (energia liberada, portanto entalpia negativa).
Logo, a entalpia molar de combustão é –1368 kJ/mol.
Assim, a resposta correta é que o número de carbonos da fórmula mínima é 2 e a entalpia molar de combustão é –1368 kJ/mol, correspondendo à alternativa c).