David Castilho
EQUIPE
11/10/2026 • 13:01
Vamos analisar o caso de um paciente jovem com asma descompensada, febre, mialgia, prostração, queda da saturação e necessidade de suporte ventilatório não invasivo. Essas características indicam uma síndrome respiratória aguda grave provavelmente associada a uma infecção viral, possivelmente gripe, acrescida de possível pneumonia bacteriana secundária. A conduta adequada nesse cenário inclui a investigação laboratorial para agentes infecciosos como vírus respiratórios e bactérias comuns em pacientes com comorbidades respiratórias.
A alternativa a) propõe a coleta de hemoculturas para bacteremia, aspirado de nasofaringe para painel viral (importante para diagnóstico de vírus respiratórios, incluindo o vírus influenza) e terapia com cefotaxima (uma cefalosporina de 3ª geração para cobertura bacteriana), claritromicina (macrolídeo que cobre atípicos como Mycoplasma e Legionella), e oseltamivir (antiviral específico para influenza). Essa abordagem é bastante abrangente e alinhada às recomendações para casos graves de pneumonia associada a gripe, principalmente em pacientes com doença pulmonar crônica.
As outras opções apresentam tratamentos menos completos ou não específicos para a situação, como meropenem (usado para infecções graves hospitalares, mas sem indicação clara aqui), vancomicina (para MRSA, não evidenciado no caso), ou apenas sorologia para Mycoplasma, que é incompleta para o caso.
Portanto, a conduta recomendada para este paciente é a da alternativa a).
A alternativa a) propõe a coleta de hemoculturas para bacteremia, aspirado de nasofaringe para painel viral (importante para diagnóstico de vírus respiratórios, incluindo o vírus influenza) e terapia com cefotaxima (uma cefalosporina de 3ª geração para cobertura bacteriana), claritromicina (macrolídeo que cobre atípicos como Mycoplasma e Legionella), e oseltamivir (antiviral específico para influenza). Essa abordagem é bastante abrangente e alinhada às recomendações para casos graves de pneumonia associada a gripe, principalmente em pacientes com doença pulmonar crônica.
As outras opções apresentam tratamentos menos completos ou não específicos para a situação, como meropenem (usado para infecções graves hospitalares, mas sem indicação clara aqui), vancomicina (para MRSA, não evidenciado no caso), ou apenas sorologia para Mycoplasma, que é incompleta para o caso.
Portanto, a conduta recomendada para este paciente é a da alternativa a).