Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo masculino encontra-...

Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo masculino encontra-se em unidade de terapia intensiva com quadro de despertar inadequado após tratamento de sepse de foco pulmonar. Mesmo a...


publicidade
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente do sexo masculino encontra-se em unidade de terapia intensiva com quadro de despertar inadequado após tratamento de sepse de foco pulmonar. Mesmo após retirada de sedação e melhora dos padrões infecciosos, mantém quadro comatoso persistente.

Quais exames devem ser solicitados e qual hipótese diagnóstica deve ser pesquisada?
Analisando...
publicidade

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

Criar conta grátis
  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    07/10/2026 • 08:02
    Vamos falar sobre o despertar inadequado em pacientes de UTI após sepse pulmonar. Essa situação é desafiadora porque o paciente pode apresentar várias complicações neurológicas. Mesmo após a retirada da sedação, se o paciente permanece com estado comatoso, precisamos investigar causas que não são imediatamente óbvias.

    Para entender o que pode estar acontecendo, devemos lembrar que a sepse pode levar a complicações cerebrais, como encefalopatia septicêmica, acidentes vasculares cerebrais ou até estados epilépticos não convulsivos, que não se manifestam com convulsões visíveis, mas afetam severamente o nível de consciência.

    A tomografia computadorizada é importante para detectar alterações estruturais agudas, como AVC, mas às vezes não consegue captar lesões precoces ou subtis. A ressonância magnética tem maior sensibilidade para detectar alterações inflamatórias, isquêmicas ou infecciosas no cérebro. Além disso, o eletroencefalograma ajuda a identificar atividade elétrica anormal, especialmente importante para o diagnóstico de estado de mal epiléptico não convulsivo, que pode explicar o coma persistente sem sinais clínicos evidentes.

    Portanto, para esse paciente, a melhor abordagem é solicitar ressonância magnética e eletroencefalograma para avaliar possíveis causas estruturais e funcionais de coma, buscando o diagnóstico de estado de mal não convulsivo.

    Assim, a alternativa correta é a letra c).
publicidade
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.