David Castilho
EQUIPE
11/10/2026 • 12:01
O tema central desta questão é a relação entre os distúrbios eletrolíticos e suas manifestações eletrocardiográficas, ou seja, como alterações nos níveis de determinados eletrólitos impactam o eletrocardiograma (ECG).
É importante lembrar que os eletrólitos como potássio, cálcio e magnésio têm um papel vital na condução elétrica do coração e, portanto, suas alterações geralmente produzem alterações visíveis no ECG. A hipopotassemia, por exemplo, é classicamente associada a ondas U pronunciadas e achatamento da onda T. A hipomagnesemia também pode causar alterações no ECG e predispor a arritmias. A hipercalcemia geralmente causa encurtamento do intervalo QT.
Já a hipernatremia, que é um aumento do sódio no sangue, não costuma produzir alterações eletrocardiográficas diretas de forma comum e significativa. Embora o sódio seja essencial para a condução elétrica, seus níveis plasmáticos são normalmente regulados e alterações agudas raramente causam mudanças eletrofisiológicas perceptíveis no ECG. Portanto, a alternativa correta é a letra c) Hipernatremia, pois é o distúrbio eletrolítico que comumente não promove alterações eletrocardiográficas.
É importante lembrar que os eletrólitos como potássio, cálcio e magnésio têm um papel vital na condução elétrica do coração e, portanto, suas alterações geralmente produzem alterações visíveis no ECG. A hipopotassemia, por exemplo, é classicamente associada a ondas U pronunciadas e achatamento da onda T. A hipomagnesemia também pode causar alterações no ECG e predispor a arritmias. A hipercalcemia geralmente causa encurtamento do intervalo QT.
Já a hipernatremia, que é um aumento do sódio no sangue, não costuma produzir alterações eletrocardiográficas diretas de forma comum e significativa. Embora o sódio seja essencial para a condução elétrica, seus níveis plasmáticos são normalmente regulados e alterações agudas raramente causam mudanças eletrofisiológicas perceptíveis no ECG. Portanto, a alternativa correta é a letra c) Hipernatremia, pois é o distúrbio eletrolítico que comumente não promove alterações eletrocardiográficas.