Marcos de Castro
EQUIPE
11/10/2026 • 12:01
O caso clínico descreve um paciente com quadro típico de Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI), anteriormente chamada de Pneumonia Intersticial Usual (PIU). Essa doença é caracterizada por dispneia progressiva, estertores finos bibasais, tomografia com padrão usual (espessamento de septos, bronquiectasias de tração e faveolamento), espirometria normal (que pode se alterar ao longo do tempo) e ausência de exposições ou causas secundárias.
O tratamento da FPI é um tema importante. Corticoides e imunossupressores, como os imunobiológicos, não são mais indicados para FPI, pois não trazem benefício e podem até ser prejudiciais. A abordagem atual e padrão envolve o uso de antifibróticos, que atuam retardando a progressão da fibrose pulmonar. Esses medicamentos são os que demonstraram eficácia em reduzir o declínio funcional do pulmão.
Medicações inalatórias, como broncodilatadores, não têm papel no tratamento da fibrose pulmonar, sendo geralmente reservadas para doenças obstrutivas.
Portanto, para essa paciente, o tratamento indicado é com antifibróticos.
O tratamento da FPI é um tema importante. Corticoides e imunossupressores, como os imunobiológicos, não são mais indicados para FPI, pois não trazem benefício e podem até ser prejudiciais. A abordagem atual e padrão envolve o uso de antifibróticos, que atuam retardando a progressão da fibrose pulmonar. Esses medicamentos são os que demonstraram eficácia em reduzir o declínio funcional do pulmão.
Medicações inalatórias, como broncodilatadores, não têm papel no tratamento da fibrose pulmonar, sendo geralmente reservadas para doenças obstrutivas.
Portanto, para essa paciente, o tratamento indicado é com antifibróticos.