Ingrid Nunes
EQUIPE
11/10/2026 • 12:01
Essa questão aborda um caso clínico bastante típico de um paciente com história sugestiva de doença pulmonar pleural ou parenquimatosa, com provável derrame pleural. O paciente apresenta sintomas constitucionais como febre vespertina, sudorese, emagrecimento e tosse, além dos sinais físicos de redução do murmúrio vesicular, frêmito toracovocal diminuído e macicez à percussão, todos estes indicando a presença de líquido na cavidade pleural, especialmente refletido pelo velamento no raio X de tórax.
Diante deste quadro, a conduta inicial para o diagnóstico é a realização de uma toracocentese diagnóstica. Isso porque a toracocentese permite a coleta do líquido pleural para análise, o que ajuda a identificar a causa do derrame, seja ele infeccioso (como tuberculose, mais comum nesse perfil), neoplásico, ou outros.
As outras alternativas também podem ser úteis posteriormente, mas não são as primeiras escolhas. A tomografia de tórax (a) pode detalhar a lesão, mas não substitui a análise do líquido. A biópsia pulmonar (b) é invasiva e indicada caso o diagnóstico por métodos menos invasivos não seja possível. A broncoscopia (d) é útil para investigação de lesões endobrônquicas ou coleta de amostras em caso de suspeita de lesão pulmonar, mas não é o exame diagnóstico inicial para derrame pleural.
Portanto, a conduta indicada para diagnóstico inicial diante desse quadro é a toracocentese diagnóstica, alternativa c.
Diante deste quadro, a conduta inicial para o diagnóstico é a realização de uma toracocentese diagnóstica. Isso porque a toracocentese permite a coleta do líquido pleural para análise, o que ajuda a identificar a causa do derrame, seja ele infeccioso (como tuberculose, mais comum nesse perfil), neoplásico, ou outros.
As outras alternativas também podem ser úteis posteriormente, mas não são as primeiras escolhas. A tomografia de tórax (a) pode detalhar a lesão, mas não substitui a análise do líquido. A biópsia pulmonar (b) é invasiva e indicada caso o diagnóstico por métodos menos invasivos não seja possível. A broncoscopia (d) é útil para investigação de lesões endobrônquicas ou coleta de amostras em caso de suspeita de lesão pulmonar, mas não é o exame diagnóstico inicial para derrame pleural.
Portanto, a conduta indicada para diagnóstico inicial diante desse quadro é a toracocentese diagnóstica, alternativa c.