David Castilho
EQUIPE
11/10/2026 • 04:01
Essa questão aborda um caso clínico típico de esclerose múltipla (EM), uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central. A paciente tem um histórico de episódio neurológico compatível com desmielinização (monoparesia e parestesia em membro inferior direito), além de múltiplas lesões sugestivas no sistema nervoso central, evidenciadas pela ressonância magnética, caracterizando quadros clínicos e imagiológicos da doença. Na fase aguda da esclerose múltipla, o tratamento principal visa a redução da inflamação e a recuperação da função neurológica.
Nesse contexto, o tratamento de primeira linha para a crise aguda é o uso de glicocorticoides em altas doses por via intravenosa, pois eles são eficientes para diminuir a inflamação e melhorar os sintomas rapidamente. Outras opções citadas na questão, como interferon beta e ciclofosfamida, são usadas na terapia modificadora de longo prazo ou em casos mais graves e resistentes, e a plasmaferese costuma ser reservada para situações refratárias a corticoides.
Portanto, a melhor escolha terapêutica para a fase aguda da esclerose múltipla nesse caso é o glicocorticoide intravenoso.
Nesse contexto, o tratamento de primeira linha para a crise aguda é o uso de glicocorticoides em altas doses por via intravenosa, pois eles são eficientes para diminuir a inflamação e melhorar os sintomas rapidamente. Outras opções citadas na questão, como interferon beta e ciclofosfamida, são usadas na terapia modificadora de longo prazo ou em casos mais graves e resistentes, e a plasmaferese costuma ser reservada para situações refratárias a corticoides.
Portanto, a melhor escolha terapêutica para a fase aguda da esclerose múltipla nesse caso é o glicocorticoide intravenoso.