Equipe Gabarite
EQUIPE
11/10/2026 • 04:01
Vamos falar sobre a dermatopolimiosite, que é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente os músculos e a pele. Uma característica importante para o diagnóstico e o entendimento da doença são os autoanticorpos, que são proteínas produzidas pelo próprio corpo contra seus tecidos ou substâncias. No caso da dermatopolimiosite, os autoanticorpos mais comuns ajudam na confirmação do diagnóstico e podem orientar o tratamento.
O autoanticorpo anti-Jo1 está relacionado à síndrome antisintetase, uma forma de miopatia inflamatória que pode ocorrer tanto na polimiosite quanto na dermatopolimiosite. Ele é o autoanticorpo mais característico para essas condições e está associado à presença de fenômenos intersticiais pulmonares e artrite.
Outros anticorpos citados na questão, como anti-MUSK, são relacionados a outras doenças, como a miastenia grave. O anti-dsDNA é clássico no lúpus eritematoso sistêmico, e o anticorpo antinuclear é um marcador mais geral, presente em várias doenças autoimunes, mas não é específico para dermatopolimiosite.
Portanto, o autoanticorpo mais comumente associado à dermatopolimiosite entre as alternativas apresentadas é o anti-Jo1.
Gabarito: a
O autoanticorpo anti-Jo1 está relacionado à síndrome antisintetase, uma forma de miopatia inflamatória que pode ocorrer tanto na polimiosite quanto na dermatopolimiosite. Ele é o autoanticorpo mais característico para essas condições e está associado à presença de fenômenos intersticiais pulmonares e artrite.
Outros anticorpos citados na questão, como anti-MUSK, são relacionados a outras doenças, como a miastenia grave. O anti-dsDNA é clássico no lúpus eritematoso sistêmico, e o anticorpo antinuclear é um marcador mais geral, presente em várias doenças autoimunes, mas não é específico para dermatopolimiosite.
Portanto, o autoanticorpo mais comumente associado à dermatopolimiosite entre as alternativas apresentadas é o anti-Jo1.
Gabarito: a