Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo feminino portadora ...

Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo feminino portadora de esclerose múltipla tipo surto-remissão comparece a consulta de acompanhamento. Queixa-se de fadiga, fraqueza em membr...


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Leia o caso clínico a seguir.

Paciente do sexo feminino portadora de esclerose múltipla tipo surto-remissão comparece a consulta de acompanhamento. Queixa-se de fadiga, fraqueza em membros inferiores e urgência miccional. Apresenta hiperreflexia patológica e força grau 4/5 em membros inferiores. Faz uso de betainterferona e refere não tolerar os efeitos colaterais da medicação.

Nesse caso, quais dos seguintes não é um efeito colateral típico desta medicação?
Analisando...
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    11/10/2026 • 04:01
    Vamos falar sobre a beta-interferona, que é um dos tratamentos clássicos para esclerose múltipla do tipo surto-remissão. Essa medicação tem vários efeitos colaterais que são bem conhecidos pelos médicos e pacientes. Entre os efeitos comuns estão os sintomas gripais-símiles, como febre, calafrios e dores musculares, geralmente após a aplicação, e que tendem a diminuir com o tempo. Outro efeito bastante observado é a toxicidade hepática, com elevação das enzimas do fígado, por isso é importante monitorar a função hepática com exames periódicos. Também pode haver leucopenia, que é a diminuição dos glóbulos brancos, o que exige acompanhamento hematológico. O que não é típico da beta-interferona é a meningite asséptica, que não é um efeito colateral comum desse medicamento. Por isso, a alternativa que indica meningite asséptica como efeito colateral típico está incorreta.
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